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Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, justificar em "Comentários ao Editor".
  • Os arquivos para submissão estão em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF (não devem ultrapassar 2MB).
  • Todos os endereços de páginas da Internet (URLs), incluídas no texto (Ex.: http://www.ibict.br) estão ativos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na seção "Sobre a Revista".
  • Todos os autores e co-autores dos manuscritos devem estar cadastrados no portal da revista (https://www.revistas.ufg.br/index/user).
  • Todos os autores e co-autores dos manuscritos tem obrigatoriamente que estar cadastrados no ORCID, e com Perfil atualizado no sistema da Revista de Biologia Neotropical (Perfil do Usuário).

Diretrizes para Autores

A Revista de Biologia Neotropical publica trabalhos científicos inéditos nas áreas de Botânica, Ecologia, Genética, Zoologia e outras áreas relacionadas.

Artigos originais em português, inglês ou espanhol, que representem contribuição significativa para o conhecimento da Biologia Neotropical podem ser aceitos, desde que não estejam publicados ou submetidos a outra revista.

 Artigos de revisão ou de opinião poderão ser aceitos mediante demanda voluntária ou a pedido do corpo editorial, porém, eventualmente, serão aceitos aqueles provenientes de contribuições voluntárias.

 

Instruções Gerais

A REVISTA DE BIOLOGIA NEOTROPICAL ACEITA APENAS SUBMISSÕES ONLINE

O manuscrito deve estar em um arquivo do tipo “DOC” e ser formatado em papel A-4, fonte Courier, espaço duplo entre as linhas, com margem direita não justificada, e com páginas numeradas. Use o programa Microsoft Word 8,0 ou similares (P. ex.: Open Office). 

O manuscrito pode ser redigido preferencialmente em inglês mas pode ser redigido em português ou espanhol.

Resumo em inglês e em português ou espanhol.

Palavras chaves em inglês e em português ou espanhol.

□ Organizar o manuscrito na seguinte ordem:

            1) Título

            2) Abstract, Key Words, Resumo, Palavras Chave

            3) Texto (Introdução, Material e Métodos, Resultados e Discussão)

            4) Agradecimentos (se houver)

            5) Referências bibliográficas

            6) Tabelas (se houver)

            7) Legendas das figuras (se houver)

            8) Figuras

 

□ As espécies novas devem ser ilustradas, preferencialmente desenhadas a nanquim. As imagens dos desenhos devem estar em alta resolução (300 dpi ou mais).

 

Título, Abstract, Key Words, Resumo, Palavras-Chave e Rodapé

Na página de rosto devem constar:

(1) Título do trabalho - Deve ser redigido em inglês e em português. Este deve se conciso e objetivo, dando uma ideia geral do conteúdo do trabalho.

(2) Nome(s) do(s) autor(es) seguido(s) de número(s) para remissão ao rodapé. Instituição (por extenso), cidade, estado, país, e-mail. Ex: Universidade Federal de Goiás, Instituto de Ciências Biologicas, Departamento....., Goiânia, Goiás, Brasil, E-mail.

(3) ABSTRACT em inglês e em parágrafo único, no máximo com 200 palavras.

(4) KEY WORDS em inglês, com as palavras-chaves dispostas em ordem alfabética e no máximo cinco.

(5) RESUMO em português também em parágrafo único, no máximo com 200 palavras.

(6) PALAVRAS - CHAVE em português, com as palavras-chaves dispostas em ordem alfabética e no máximo cinco.

(7) Rodapé com endereço profissional completo do(s) autor(es) com E-mail. 

 

Texto

□ Iniciar em uma nova página.

□ No corpo do texto (alinhado à esquerda), os nomes de gênero e de espécie devem ser escritos em itálico ou sublinhados. Os nomes científicos devem ser seguidos de autor, quando citados pela primeira vez de ocorrência no texto. Para os nomes científicos de animais, incluir o autor e a data de publicação.

□ Os títulos principais devem ser centralizados e com letras maiúsculas e em negrito. Os títulos secundários devem ser centralizados, com letras minúsculas e em negrito.

□ Toda e qualquer literatura citada no texto deve ser incluída na seção REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

□ Todas as figuras e tabelas devem ser citadas no texto em ordem numérica crescente.

 

Introdução

□ Deve conter uma visão clara e concisa de conhecimentos atuais no campo específico do assunto tratado; apresentado claramente a contextualização e a justificativa para a sua realização. Os objetivos devem ser claros, mostrando sempre que possível, as hipóteses de trabalho, suas premissas e expectativas.

 

Material e métodos

 □ Deve conter descrições breves, suficientes à repetição do trabalho, técnicas já publicadas devem ser apenas citadas e não descritas.

 

Resultados e discussão

 □ Devem apresentar de forma clara os resultados provenientes da seção “Material e Métodos”. Podem ser acompanhados de tabelas e de figuras (gráficos, fotografias, desenhos, mapas e pranchas), estritamente necessárias à compreensão do texto. Dependendo da estrutura do trabalho, resultados e discussão poderão ser apresentados em um mesmo item ou em itens separados. A discussão deve inserir os resultados do trabalho no respectivo campo do conhecimento, sendo uma dedução lógica dos resultados. Especulações devem ser evitadas.

 

□ Literatura deve ser citada no texto da seguinte forma:

No texto os autores citados nas referências bibliográficas devem estar em minúsculas seguido do ano, em ordem alfabética por nome dos autores e em ordem cronológica por cada autor. P. ex.: (Mendonça et al., 1998; Prance, 1987, 1990; Rizzini, 1979).

Para dois autores use o símbolo &. P. ex.: Robinson & Smith (1982). Autores de manuscritos aceitos para publicação mas ainda não publicados devem ser citados da seguinte forma: P. ex: Esteves (no prelo) ou (Esteves, no prelo). Materiais não publicados devem ser citados da seguinte forma: P. ex: Esteves (não publ.) ou Esteves (com. pess.).

Entre parênteses devem ser utilizados ponto e vírgula para separar as diferentes citações: P. ex: (Almeida, 1997; Cornell, 1985; Janzen, 1980).

□ Autores dos taxa de plantas e animais devem ser citados pela primeira vez quando usados no texto (os autores de taxa animais, seguidos do ano de publicação e família). Autores dos taxa de plantas devem ser abreviados segundo Authors of Plant Names (Brummit & Powell, 1992).

□ Os nomes de gêneros devem ser citados por extenso na primeira citação de um parágrafo novo. 

□ Os herbários citados no texto devem ser abreviados de acordo com o Index Herbariorum (Regnum Veg. vol. 120. 1990; http://www.nybg.org./bsci/ih/). Não é necessário citar esta publicação.

□ Notas de rodapé não são permitidas.

□ Números de um a dez devem ser escritos por extenso, exceto quando se tratar de medições ou descrições. Usar % e não “porcento”. Usar 7-7,3 e não 7,0-7,3.

□ Usar unidades de medidas apenas de modo abreviado e sem ponto. P. ex: 15 cm; 2,4 km.

□ A terminologia em Bioquímica deve seguir as instruções do Biochemical Journal ou Journal of Biological Chemistry ou as normas IUPAC para nomenclatura de Bioquímica. Quando existirem discrepância entre as recomendações os editores seguirão as mais recentes publicações.

□ As siglas e abreviaturas, quando utilizadas pela primeira vez, devem ser precedidas do seu significado por extenso. P. ex: Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV); Universidade Federal de Goiás (UFG).

  

Tratados taxonômicos, faunísticos e florísticos

□ O nome de cada táxon novo deve ser posicionado na margem esquerda da página, deve ser em negrito e seguido do(s) nome(s) do(s) autor(es). P. ex: Charidotis terenosensis Buzzi, sp nov. (Fig. 1).

□ Os tipos de espécies novas devem ser citados em um parágrafo separado depois da citação da espécie nova. P. ex: Tipo: BRASIL. Mato Grosso do Sul: Mun. Terenos, Fda. Mirante, 15 mar 2000, Koller s.n. (holótipo, DZUP).

□ Se assume que o autor examinou os tipos citados no artigo. No caso em que os tipos citados não foram examinados pelo autor a abreviação da instituição deve ser seguida por “n.v.”. P. ex: BRASIL. Goiás: Mun. Mineiros, Fda. Boa Vista, 23.IV.1997 (fl), P. Fernandez 1453 (holótipo, UB; isótipos, BR, F-n.v., K-n.v., NY). 

□ Se no manuscrito for designado um lectótipo ou neótipo, isso deve ser esclarecido depois do símbolo da instituição onde é conservado. P. ex: (lectótipo, R, aqui designado). Se o lectótipo ou neótipo for previamente designado, indicar o autor e ano de publicação. P. ex: (lectótipo, R, designado por Delprete, 1999) e incluir a referência nas Referências Bibliográficas. 

□ O protólogo dos taxa vegetais novos deve ser constituído por uma curta diagnose ou uma curta descrição dos caracteres diagnósticos em latim.

□ Para cada espécie previamente aceita (não novamente descrita ou nova combinação) o nome é seguido por um parágrafo indentado onde o binômio é repetido e seguido em ordem cronológica pelos sinônimos homotípicos e as citações dos lugares de publicação e finalmente pela citação do tipo.

□ Os sinônimos heterotípicos deverão ser citados em parágrafos separados, em ordem cronológica de publicação e de forma similar a explicada anteriormente.

□ As referências bibliográficas botânicas nas seções de nomenclatura devem ser de acordo com o Botanico-Periodicum-Huntianum (BPH) ou Taxonomic Literature 2 (TL-2).

□ Chaves de identificação devem ser indentadas. Nomes de autores de taxa não devem aparecer. Os taxa da chave, se tratados no texto devem ser numerados seguindo a ordem alfabética. P. ex.:

              1. Ervas

                         2. Flores alvas...................1. T. alba

                         2. Flores amarelas.............2. T. aurea

               1. Arbustos

                         3. Flores amarelas ............4. T. ovata

                         3. Flores azuis

                           4. Frutos globosos..............3. T. coriacea

                           4. Frutos ovóides................5. T. pubescens

□ Depois das descrições dos taxa, é possível incluir um curto parágrafo intitulado Distribuição e Ecologia, onde são brevemente explicados a área de distribuição, ecologia e fenologia (no caso de plantas). 

□ Em trabalhos taxonômicos, faunísticos ou florísticos o material examinado deve ser citado, depois de "Espécimes adicionais examinados" ou "Espécimes selecionados examinados" (No caso que foram analisados muitos espécimes. Os dados dos espécimes devem ser citados na seguinte ordem: PAÍS. Estado: Município, localidade, data (fenologia em caso de plantas), coletor(es) número do(s) coletor(es), (sigla da instituição ou herbário). P. ex: BRASIL. Goiás: Mun. Mineiros, Parque Nacional das Emas, 22.I.1998 (fl), H. Ferreira 1537 (UFG). 

□ As instituições botânicas ou herbários onde são depositadas as exsicatas são abreviadas segundo Index Herbariorum (http://www.nybg.org/bsci/ih/ih.html). 

□ Os países devem ser citados de norte a sul, enquanto que as subdivisões principais dos países (P. ex: Brasil: Estados; Peru: Departamentos) devem ser citados em ordem alfabética. P. ex: Brasil. Amazonas ..., Paraná ..., Tocantins ...

□ No caso de dois coletores, citar ambos. P. ex: J. A. Rizzo & H. Ferreira 12375 (UB).

□ No caso de mais de dois coletores, citar o primeiro seguido de et al. P. ex: Rizzo et al. 7321 (R).

□ Na citação dos espécimes estudados os meses devem ser em números romanos: I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI e XII. 

□ No caso que foram examinados muitos espécimes, devem ser citados somente alguns espécimes representativos para cada área, e citar todos numa lista final, por ordem do sobrenome do coletor, seguido pelas iniciais do nome (Lista de Exsicatas, no caso de plantas). P. ex. Ducke, A., 1235).

□ Os trabalhos de Anatomia, Citologia, Biologia molecular, Bioquímica e Botânica devem citar as amostras vouchers (amostras - testemunho).

 

Tabelas

□ As tabelas devem ser seqüencialmente numeradas, em arábico com numeração independente das figuras.

□ Cada tabela deve iniciar em uma página separada e deve ser em duplo espaço.

□ O título da tabela deve ser justificado à esquerda e em uma linha separada acima. A palavra “Tabela” deve conter numeração em arábico.

□ As literaturas citadas nas tabelas devem ser incluídas nas Referências bibliográficas.

 

Legendas das figuras

□ As legendas das figuras devem também ser apresentadas em folha à parte, no final do texto.

□ As legendas de cada figura devem ser organizadas numa frase só, com cada detalhe das figuras assinalados com letra maiúscula e explicado em forma sucinta. P. ex:

Fig. 3. Rubus brasiliensis Mart. A. Ramo frutificado. B. Inflorescência. C. Estames. D. Estilete (A-B de Martius 2347, C-D de Hoehne 673).

□ Devem ser citados o coletor e número da coleta das amostras usadas para a realização de ilustrações. 

 

Figuras

□ Todas as figuras devem ser seqüencialmente numeradas, em arábico com numeração independente das tabelas.

□ As ilustrações (fotografias, desenhos, gráficos e mapas) são denominadas figuras, que podem ser montadas em pranchas e numeradas consecutivamente e, na medida do possível, na ordem de chamada no texto. 

□ As fotografias devem estar em alta resolução ( 300dpi ou mais) e em branco e preto.

□ As figuras e tabelas devem ser referidas no texto em caixa alta e baixa, de forma abreviada e sem plural (Fig. e Tab.).

□ Todas as figuras e tabelas devem obrigatoriamente ter chamada no texto.

□ Todos os desenhos originais devem ser assinados pelo artista.

□ Ilustrações coloridas poderão ser aceitas para publicação na versão impressa desde que os autores concordem com o pagamento das despesas adicionais. No entanto, na versão on-line ilustrações ou figuras coloridas serão publicadas sem nenhum custo adicional. 

□ Os detalhes das figuras devem ser assinaladas com letras maiúsculas.

□ As escalas devem ser colocadas na posição vertical ou horizontal. Ilustrações e Tabelas não devem ser incluídas no texto mas, sim, confeccionadas em folhas separadas e com a devida identificação; é facultativa a indicação de suas localizações no texto. Ao montar a prancha (em cartolina branca), observar que o seu tamanho seja proporcional ao espelho da página (23x17,5 cm), de preferência não superior a duas vezes. Atentar para a estética do conjunto, não utilizando números ou letras de tamanho exageradamente grande ou, então, pequeno. Escolher um tamanho que, após a redução, seja claramente visível, sem sobressair às figuras. Isso se aplica também às letras ou números que forem inseridos nas fotos/desenhos/mapas (nomes das estruturas, abreviaturas etc.). A Equipe Editorial poderá fazer alterações ou solicitar aos autores uma nova montagem. Não misturar fotos e desenhos numa mesma prancha.

 

Agradecimentos 

□ Os agradecimentos devem ser sucintos, relacionados no final do trabalho, antes das referências bibliográficas.

 

Referências bibliográficas

□ As referências devem seguir ordem alfabética usando o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) em letras maiúsculas e minúsculas, em negrito. Cite apenas o número do volume. Não use o número do fascículo. Use vírgula para separar os nomes dos autores e não use ponto e vírgula. Cite o primeiro autor pelo sobrenome e após as iniciais dos nomes. Do segundo autor em diante use primeiro as iniciais do nome e após o sobrenome por extenso. Use o símbolo & antes de citar o último autor. Abrevie os títulos das fontes bibliográficas, sempre iniciando com letras maiúsculas.

□ Os títulos das revista botânicas devem ser abreviados segundo o Botanico-Periodicum-Huntianum (B-P-H). Para outras revistas,optou-se pelo padrão de abreviaturas conforme lista publicada em Current Contents - Journal Coverage as of January 1995. Por não contarmos com uma lista oficial dos títulos nacionais, estes deverão ser abreviados conforme indicado no respectivo periódico.

Veja exemplos de citação de artigo, livro e capítulo de livro:

Acioli, A. 1971. Nova praga de feijoeiro no Estado do Ceará Chalcodermus spp. (Coleoptera: Curculionidae). Biológico 37: 17-25.

Ball, G.E. 1985. Reconstructed phylogeny and geographical history of genera of the tribe Galeritini (Coleoptera: Carabidae), p. 276-321. In: G. E. BALL (ed.). Taxonomy, Phylogeny  and Zoogeography of Beetles and Ants. Dordrecht, W. Junk Publishers.

Chapman, R.F. 1982. The insects structure and function. 3rd ed., University Press, Cambridge, Harvard.

Dale, D. 1988. Plant-mediated effects of soil mineral stresses on insects, p. 35-110. In: E.A. Heinrichs (ed.), Plant stress-insect interactions. Wiley, New York.

 

Artigos de Opinião: cartas ao editor, comentários a respeito de outras publicações e idéias, avaliações e outros textos que caracterizados como de opinião, poderão ser serão aceitos. Devem apresentar Título, Resumo/Abstract, Texto e Referências bibliográficas (quando necessário). O texto deve ser conciso, objetivo e não apresentar figuras (a menos que absolutamente necessário).

 

Notas científicas: este formato de publicação compõe-se por informações sucintas e conclusivas (não sendo aceitos dados preliminares), as quais não se mostram apropriadas para serem inclusas em um artigo científico típico. Técnicas novas ou modificadas podem ser apresentadas.

Devem ser organizadas de maneira similar aos artigos originais, com as seguintes modificações:

Texto – não deve ser descrito em seções (Introdução, Material e Métodos, Resultados e Discussão), sendo apresentado como texto corrido. Os agradecimentos podem ser mencionados, sem título, como um último parágrafo. As Referências bibliográficas são citadas de acordo com as instruções para manuscrito original, o mesmo para Tabelas e Figuras.

 

Aceitação do manuscrito para publicação

A decisão do aceite do manuscrito para publicação será efetuada somente após a análise das recomendações dos revisores ad hoc e da Equipe Editorial. Os pareceres dos revisores e do editor de seção serão enviados ao primeiro autor para que este proceda às correções/alterações sugeridas. Estas cópias deverão ser devolvidas ao editor da seção em, no máximo, 4 semanas. Alterações ou acréscimos ao manuscrito enviados após o seu registro poderão ser recusados. O teor científico do trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).

 

Material a ser enviado de forma eletrônica 

O manuscrito deve ser encaminhado ao Editor Chefe da Revista EXCLUSIVAMENTE em arquivo eletrônico (.DOC) utilizando o portal da revista (https://www.revistas.ufg.br/RBN/index).

O manuscrito deve ser acompanhado de uma carta de submissão onde deve estar formalmente declarado que:

1. Trata-se de uma contribuição original e inédita.

2. O trabalho não está submetido em outro periódico (nacional ou internacional).

3. Todos os autores estão cientes da submissão e concordam com a submissão do trabalho.

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