Epidemiologia de helmintos gastrintestinais em búfalos

  • Daniele Bier Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, danielebier@gmail.com http://orcid.org/0000-0001-5010-3647
  • Letícia e Silva Teruya Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, leteruya@gmail.com
  • Dyego Gonçalves Lino Borges Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, dyegogborges@hotmail.com
  • Juliana Paniago Lordello Neves Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, juliana_paniago@hotmail.com
  • Larissa Berreza dos Santos Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, larissamedvet@hotmail.com
  • Fernando de Almeida Borges Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, fernando.borges@ufms.br http://orcid.org/0000-0002-8888-6269
Palavras-chave: Bubalinos, Cooperia, Eimeria, Haemonchus, Sazonalidade

Resumo

Este trabalho objetivou avaliar a prevalência e a sazonalidade da infecção natural por parasitos gastrintestinais em bubalinos de aptidão leiteira de diferentes categorias, no município de Bandeirantes, Mato Grosso do Sul. Foram avaliados 41 búfalos da raça Murrah, divididos em três categorias, sendo 11 lactentes, com idade de 0 a 8 meses, 10 desmamados, de 8 a 18 meses, e 20 fêmeas adultas com idade superior a 18 meses. Os animais adultos apresentaram-se livres de parasitismo ou com carga parasitária muito baixa. A categoria lactente apresentou pico de contagem de ovos por grama de fezes (OPG=2038) em novembro, quando a precipitação acumulada foi de 69,3 mm e a temperatura 25,95 °C, enquanto a menor contagem de ovos (167) ocorreu em maio, dois meses após pico de 234,68 mm e 20,59 °C. Os búfalos desmamados apresentaram dois picos de OPG, de 1288 e 875, em setembro e junho, com precipitação de 41,45 e 18,4 mm e temperatura de 24,16 e 20,69 °C, respectivamente. Foi observada correlação significativa (p=0,01) e negativa (r=-0,33) entre o OPG dos bezerros lactentes e precipitação pluviométrica. Os parasitos gastrintestinais mais frequentes foram Haemonchus sp. e Cooperia sp.
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Biografia do Autor

Daniele Bier, Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, danielebier@gmail.com
Letícia e Silva Teruya, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, leteruya@gmail.com
Dyego Gonçalves Lino Borges, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, dyegogborges@hotmail.com
Juliana Paniago Lordello Neves, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, juliana_paniago@hotmail.com
Fernando de Almeida Borges, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, fernando.borges@ufms.br
Publicado
10-04-2018
Como Citar
Bier, D., e Silva Teruya, L., Gonçalves Lino Borges, D., Paniago Lordello Neves, J., Berreza dos Santos, L., & de Almeida Borges, F. (2018). Epidemiologia de helmintos gastrintestinais em búfalos. Ciência Animal Brasileira, 19, 1-9. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/e-40882
Seção
MEDICINA VETERINÁRIA