Resistência aos antimicrobianos de bactérias obtidas de carpas (Cyprinus carpio) cultivadas em sistema semi-intensivo

  • Jarbas Freitas Amarante Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco, Brasil, jarbas.amarante@univasf.edu.br
  • Lilian Kolling Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, kolling@hotmail.com
  • Andréia Inês Ferronatto Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, ferronato_ines@hotmail.com
  • Agueda Palmira Castagna de Vargas Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, agueda.castagna@ufsm.edu.br https://orcid.org/0000-0002-9637-4028
  • Mateus Matiuzzi Costa Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco, Brasil, mateus.costa@univasf.edu.br
  • Talita Alves Brito Amarante Universidade do Estado da Bahia, Salvador, Bahia, Brasil, talita_brito8@hotmail.com

Resumo

Objetivando determinar o perfil de sensibilidade às drogas antimicrobianas de bactérias presentes em carpas, foi utilizado o teste de sensibilidade de difusão em disco Kirb Bauer modificado. Foram avaliados 60 isolados bacterianos, analisados e encontrados os seguintes gêneros: Staphylococcus spp. (27), Streptococcus spp. (03), Aeromonas spp. (15), Proteus spp. (04), Acinetobacter spp. (05), Pseudomonas spp. (01) e Enterobacteriaceae (05). O perfil de sensibilidade observado foi de: amicacina (35%), amoxicilina (65%), apramicina (32%), ceftiofur (37%), doxicilina (32%), enrofloxacina (15%), josamicina (75%), lincomicina (37%), nitrofurantoina (60%), ácido nalidíxico (32%), novobiocina (82%), penicilina (70%) e sulfozotrim (40%). O índice de resistência múltipla às drogas antimicrobianas médio variou de 0,33 para Streptococcus spp até 0,71 para bactérias da família Enterobacteriaceae. Dessa forma, o maior perfil de resistência às drogas antimicrobianas testadas foi observado para novobiocina, enquanto que o menor foi observado para a enrofloxacina. Os isolados bacterianos obtidos de carpas apresentaram resistência múltipla às drogas testadas, sendo três isolados resistentes a todos os antimicrobianos testados.
Palavras-chave: Aquicultura; Patógenos; Terapia

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Biografia do Autor

Jarbas Freitas Amarante, Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco, Brasil, jarbas.amarante@univasf.edu.br
Lilian Kolling, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, kolling@hotmail.com
Andréia Inês Ferronatto, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, ferronato_ines@hotmail.com
Agueda Palmira Castagna de Vargas, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, agueda.castagna@ufsm.edu.br
Mateus Matiuzzi Costa, Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco, Brasil, mateus.costa@univasf.edu.br
Talita Alves Brito Amarante, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, Bahia, Brasil, talita_brito8@hotmail.com
Publicado
28-01-2018
Como Citar
Freitas Amarante, J., Kolling, L., Inês Ferronatto, A., Palmira Castagna de Vargas, A., Matiuzzi Costa, M., & Alves Brito Amarante, T. (2018). Resistência aos antimicrobianos de bactérias obtidas de carpas (Cyprinus carpio) cultivadas em sistema semi-intensivo. Ciência Animal Brasileira, 19, 1-7. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/e-34647
Seção
RECURSOS PESQUEIROS E ENGENHARIA DE PESCA