Avaliação pós-operatória da analgesia promovida pelo uso da dexmedetomidina isolada e associada à morfina em cadelas submetidas à ovariohisterectomia

Autores

  • Fernanda Silva Pereira Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7881-486X
  • Aline Bossa Perotto Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil
  • Fábio Dumit Pizzinatto Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8234-8590
  • Dábila Araújo Sônego Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil
  • Lianna Ghisi Gomes Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil https://orcid.org/0000-0003-0909-2426
  • Alexandre Pinto Ribeiro Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8922-2886
  • Luciana Dambrósio Guimarães Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6447-2718

Resumo

Resumo
Objetivou-se avaliar a eficácia analgésica pós-operatória da dexmedetomidina isolada e associada à morfina em pacientes submetidas à anestesia geral inalatória com isoflurano e submetidas à ovariohisterectomia eletiva (OH). Vinte cadelas saudáveis foram selecionadas a partir de exames físico e laboratoriais. Previamente ao estudo, foram submetidas a um período de 24 horas de adaptação ao ambiente e aos observadores. Ato contínuo, foram divididas aleatoriamente em dois grupos: grupo dexmedetomidina, na dose de 10 μg/Kg (GD) e grupo dexmedetomidina (10 μg/Kg) associado com morfina, na dose de 0,3 mg/Kg (GDM), administrados pela via intramuscular (IM). Ato contínuo, as pacientes foram induzidas com propofol e mantidas com isoflurano diluído em oxigênio 100% e administrado através de vaporizador calibrado. Para verificação da analgesia pós-operatória foram realizadas avaliações de dor por meio de escalas de Glasgow Modificada (EGM) e de Melbourne (EM). Para avaliação de sedação, por meio da escala de Dobbins (ED), em diferentes tempos: antes da administração da MPA (T0), e em mais 6 tempos no período pós-operatório, uma (T1), duas (T2), quatro (T3), oito (T4), 12 (T5) e 24 (T6) horas após a extubação orotraqueal. Não foram observadas diferenças estatísticas entre os grupos nas escalas de acordo com o teste de Kruskal-Wallis post-hoc de Dunn; e entre os tempos notou-se diferença estatística pelo teste de Friedman (p<0,05) para EGM e EM, porém não houve necessidade de resgate analgésico. Portanto, conclui-se que a dexmedetomidina isolada e associada a morfina produziu efeito analgésico adequado no período pós-operatório de cadelas submetidas a OH.
Palavras-Chave: cães; α-2-agonista; opioides; dor.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

12-11-2021

Como Citar

Silva Pereira, F., Bossa Perotto, A. ., Dumit Pizzinatto, F. ., Araújo Sônego, D. ., Gomes, L. G., Pinto Ribeiro, A., & Dambrósio Guimarães, L. . (2021). Avaliação pós-operatória da analgesia promovida pelo uso da dexmedetomidina isolada e associada à morfina em cadelas submetidas à ovariohisterectomia. Ciência Animal Brasileira, 22(1). Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/68826

Edição

Seção

MEDICINA VETERINÁRIA