CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS TESTICULARES EM CARNEIROS SANTA INÊS SUBMETIDOS A DIFERENTES REGIMES DE SUPLEMENTAÇÃO PROTÉICA E TRATAMENTOS ANTI-HELMÍNTICOS

Autores

  • Helder Louvandini UnB
  • Concepta McManus UnB
  • Rodrigo Duarte Martins UnB
  • Carolina Madeira Lucci UnB
  • Patrícia Spoto Corrêa UnB

Palavras-chave:

Melhoramento Animal

Resumo

Para avaliar as características biométricas testiculares de carneiros da raça Santa Inês, 24 cordeiros machos, inteiros, com peso médio inicial de 24,5 kg ± 2,88, aos quatro meses de idade, foram distribuídos em quatro tratamentos: APv (animais vermifugados + concentrado com alta proteína), APn (animais não-vermifugados + concentrado com alta proteína), BPv (animais vermifugados + concentrado com baixa proteína), BPn (animais não vermifugados + concentrado com baixa proteína) durante 8 meses e meio. Antes do abate, realizaram-se as medições testiculares in situ: perímetro escrotal (PE), comprimento (COMP), largura testicular (LARG) e a forma dos testículos, bem como o volume testicular (cilindro e prolato esferóide). Após o abate, determinaram-se o volume testicular real (VOLR), o comprimento (COMPV) e a largura testicular (LARGV). Observou-se que os testículos dos animais eram simétricos e que o uso do paquímetro é uma forma altamente confiável para se realizar as medições testiculares in situ. O formato dos testículos afetou diretamente seu volume. O valor médio das equações do prolato esferóide e cilíndrica é a forma mais acurada para se estimar o volume testicular real em ovinos Santa Inês. O alto teor de proteína da dieta e o tratamento antiparasitário possibilitaram uma melhoria do peso corporal dos ovinos, sendo o principal fator de variação para as características biométricas testiculares.

PALAVRAS-CHAVES: Biometria testicular, dieta, forma testicular, ovino, volume testicular.

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Publicado

15-10-2008

Como Citar

Louvandini, H., McManus, C., Martins, R. D., Lucci, C. M., & Corrêa, P. S. (2008). CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS TESTICULARES EM CARNEIROS SANTA INÊS SUBMETIDOS A DIFERENTES REGIMES DE SUPLEMENTAÇÃO PROTÉICA E TRATAMENTOS ANTI-HELMÍNTICOS. Ciência Animal Brasileira, 9(3), 638–647. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/4936

Edição

Seção

Produção Animal