NÍVEIS DE LISINA DIGESTÍVEL EM DIETAS BASEADAS NO CONCEITO DE PROTEÍNA IDEAL PARA FRANGOS DE CORTE NA FASE INICIAL

Autores

  • Paulo Segatto Cella Escola de Agronomia Luiz Meneghel - Bandeirantes-PR
  • Alice Eiko Murakami UEM
  • José Rodrigo Galli Franco Empresa Vaccinar

Palavras-chave:

pintos de corte, lisina digestível, proteína ideal

Resumo

O experimento foi desenvolvido com o objetivo de avaliar rações com diferentes níveis de lisina digestível, mantendo sua relação com os aminoácidos met+cys, treonina e triptofano, para pintos de corte machos na fase de 1 a 21dias de idade. Utilizaram-se quatrocentos pintos de corte, Cobb Vantress, em delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro tratamentos (1,14; 1,18; 1,22 e 1,26% de lisina digestível), quatro repetições e 25 aves por unidade experimental. Observou-se efeito quadrático (P<0,05) dos níveis de lisina sobre o ganho de peso e conversão alimentar das aves, sendo o melhor nível de 1,183% e 1,190% de lisina digestível, respectivamente. Não foi constatado efeito dos tratamentos no consumo de ração, gordura abdominal, composição química corporal, nível de ácido úrico no sangue e umidade e taxa de nitrogênio na cama. Com base nos resultados de desempenho, conclui-se que a exigência de lisina digestível, para pintos de corte, machos, no período de 1 a 21 dias de idade foi de 1,190%.

PALAVRAS-CHAVES:  Lisina digestível, pintos de corte, proteína ideal.

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Biografia do Autor

Paulo Segatto Cella, Escola de Agronomia Luiz Meneghel - Bandeirantes-PR

Departamento de Zootecnia

Alice Eiko Murakami, UEM

Departamento de Zootecnia -Área Nutrição de Monogástricos

José Rodrigo Galli Franco, Empresa Vaccinar

possui graduação em Zootecnia pela Universidade Estadual de Maringá (2003) . Tem experiência na área de Zootecnia , com ênfase em Nutrição e Alimentação Animal

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Publicado

02-04-2009

Como Citar

Cella, P. S., Murakami, A. E., & Franco, J. R. G. (2009). NÍVEIS DE LISINA DIGESTÍVEL EM DIETAS BASEADAS NO CONCEITO DE PROTEÍNA IDEAL PARA FRANGOS DE CORTE NA FASE INICIAL. Ciência Animal Brasileira, 10(1), 101–106. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/2800

Edição

Seção

Produção Animal