EFEITO DO RESFRIAMENTO NA PLOIDIA DE OVÓCITOS BOVINOS MATURADOS IN VITRO

Hélder Silva e Luna, Iris Ferrari, Rodolfo Rumpf

Resumo


O presente estudo objetivou verificar o efeito do resfriamento de ovócitos bovinos em diferentes estágios de maturação na ploidia. Ovócitos bovinos foram obtidos de ovários de abatedouro e divididos em cinco grupos: grupo-controle (ovócitos não resfriados); grupo 0/4 (ovócitos resfriados a 4ºC antes do inicio da maturação); grupo 0/29 (ovócitos resfriados a 29ºC antes do início da maturação); grupo 12/4 (ovócitos resfriados a 4ºC após doze horas de maturação); e grupo 12/29 (ovócitos resfriados a 29ºC após doze horas de maturação). Os ovócitos permaneceram resfriados por 45 minutos. Em todos os grupos os ovócitos completaram 24 horas de maturação. Em seguida, as células da corona radiata foram removidas e os ovócitos fixados em lâminas e corados com orceína acética. Não se observou diferença significativa (P>0,05) na incidência de metáfase II diplóide entre o grupo-controle (6,0%) e os grupos resfriados a 4ºC (8,9%) e 29ºC (8,0%) antes do começo da maturação e doze horas após o inicio da maturação (3,9% e 0,0%, respectivamente). Os resultados sugerem que resfriamento em diferentes períodos de maturação não afeta a ploidia de ovócitos bovinos após completarem 24 horas de maturação in vitro.

Palavras-chaves: Bovinos, diplóide, ovócitos, maturação in vitro, resfriamento.


Palavras-chave


Bovinos, Reprodução

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