CORRELAÇÕES DA MORFOMETRIA OVARIANA E HORMONAIS DE PROGESTERONA E CORTISOL EM VACAS ZEBUS NÃO PRENHES

Marcelo George Mungai Chacur, Nayara Coutinho Valentim, Eunice Oba, Sérgio do Nascimento Kronka

Resumo


O estudo da morfometria ovariana está diretamente ligado as suas aplicações práticas, na realização e interpretação dos achados dos exames ginecológicos em vacas. O objetivo do presente trabalho foi estudar as correlações morfométricas e hormonais de 114 pares de ovários de vacas zebus não prenhes coletados em abatedouro entre os dias sete e quatorze do ciclo estral, procedendo-se a sua mensuração quanto a espessura, comprimento, largura e volume; diâmetro e volume do folículo, diâmetro e área do corpo lúteo, e concentrações de progesterona e cortisol. Observou-se diferença significativa para largura (1,95 cm e 1,83 cm) e volume (7,26 mL e 6,23 mL) do ovário esquerdo e direito, respectivamente. Houve correlação positiva (p<0,01) entre o volume do ovário esquerdo e a área do corpo lúteo. Houve predomínio do corpo lúteo do tipo maciço e protruso, presente em 43,39% dos 53 ovários, em relação ao tipo cavitário e incluso. Dos 84 ovários com corpos lúteos, 26,20% eram do tipo incluso e não houve correlação entre a área do corpo lúteo, progesterona e cortisol. Conclui-se que a área do corpo lúteo influencia no tamanho do ovário, havendo predominância dos corpos lúteos maciços e protrusos. Não existe correlação entre a produção de progesterona pelos corpos lúteos e a secreção de cortisol.

PALAVRAS-CHAVES: Abatedouro, bovino, corpo lúteo, folículo.

Palavras-chave


Reprodução Animal

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