DEFUMAÇÃO DE OSTRAS Crassostrea gigas: A QUENTE E COM FUMAÇA LÍQUIDA

  • Maurício Gustavo Coelho Emerenciano
  • Maria Luiza de Rodrigues de Souza
  • Nilson do Prado Franco

Resumo

valiaram-se duas técnicas de defumação – tradicional a quente e com utilização da fumaça líquida –, tendo testemunha o cozimento de ostras do Pacífico Crassostrea gigas. Para tanto, examinaram-se as características sensoriais e rendimento do processamento. Distribuíram-se animais aleatoriamente, em três tratamentos, com delineamento experimental inteiramente casualizado e nove repetições. Para a análise sensorial, empregaram-se trinta provadores, considerando-se cada um deles um bloco. Não houve diferença significativa de rendimento entre as ostras defumadas, independentemente da técnica aplicada (T1 = 8,42% e T2 = 7,61%), mas elas diferiram da testemunha (T3 = 16,25%). De acordo com a metodologia aplicada e com os resultados obtidos nas análises sensoriais, as ostras defumadas (independentemente da técnica aplicada) constituíram os produtos com maior aceitabilidade e houve incremento de suas características sensoriais. PALAVRAS-CHAVES: Crassostrea gigas, defumação a quente, fumaça líquida, ostras.

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Publicado
04-07-2007
Como Citar
Emerenciano, M. G., Souza, M. L., & Franco, N. (2007). DEFUMAÇÃO DE OSTRAS Crassostrea gigas: A QUENTE E COM FUMAÇA LÍQUIDA. Ciência Animal Brasileira, 8(2), 235-240. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/1346
Seção
Produção Animal