SUSCEPTIBILIDADE DE Chrysomya albiceps A Beauveria bassiana EM CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO

Autores

  • Francisco Marlon Carneiro Feijó Universidade Federal Rural do Semi-Árido
  • Paulo Moisés Lima
  • Eduardo Henrique Magalhães de Melo
  • Michelline do Vale Maciel
  • Ana Célia Rodrigues Athayde
  • Elza Áurea de Luna Alves Lima
  • Nilza Dutra Alves UFERSA

Resumo

Chrysomya albiceps (Wiedemann) é um importante vetor de doenças de animais e humanos, e também causador de miíases secundárias. Avaliou-se a patogenicidade de Beauveria bassiana (Balsamo) Vuillemin (URM 3447), in vitro, sobre ovos, larvas e adultos em condições de laboratório climatizado sob a temperatura de 28 ± 1 °C. Foram feitas suspensões de conídios (104, 105, 106, 107 e 108 conídios.mL-1), para análise dos parâmetros biológicos. No bioensaio com ovos, o percentual de eclosão variou de 84,81% a 97,22%. No bioensaio com larvas, o período de pré-pupa variou de 1 a 1,04 e de pupa, de 5,00 a 5,09 dias; o percentual de emergência de adultos a partir de larvas tratadas variou de 30,88% a 80,82%. No bioensaio com adultos, a longevidade para machos e fêmeas foi de 4,51 a 6,77 e 10,19 a 14,67 dias, respectivamente; a mortalidade acumulada no 7° dia variou de 47,50 % a 81,20% para machos e de 23,70 % a 55,00% dias para fêmeas; o período de postura variou de 10 a 17,75 dias e o percentual de larvas eclodidas a partir de fêmeas infectadas variou de 71,39% a 91,25%.

 

PALAVRAS-CHAVES: Fungo entomopatogênico, parâmetros biológicos, patogenicidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Francisco Marlon Carneiro Feijó, Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Departamento de Ciências Animais - Microbiologia Veterinária.

Downloads

Publicado

2008-10-15

Como Citar

FEIJÓ, F. M. C.; LIMA, P. M.; MELO, E. H. M. de; MACIEL, M. do V.; ATHAYDE, A. C. R.; LIMA, E. Áurea de L. A.; ALVES, N. D. SUSCEPTIBILIDADE DE Chrysomya albiceps A Beauveria bassiana EM CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 9, n. 3, p. 771–777, 2008. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/1170. Acesso em: 17 maio. 2022.

Edição

Seção

Medicina Veterinária