https://www.revistas.ufg.br:443/teoria/issue/feed rth |2021-02-10T00:59:09-03:00Revista de Teoria da História [rth]revistateoriadahistoria@gmail.comOpen Journal Systems<p> </p> <p><span style="font-weight: 400;">O periódico eletrônico </span><strong>Revista de Teoria da História</strong><span style="font-weight: 400;"> [rth] [ISSN 2175- 5892], criado em 2009, é uma publicação oficial vinculada à Faculdade de História e ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás [UFG]. A [rth] também é associada à Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia [SBTHH] e à International Network for Theory of History [INTH].</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Preocupada com as questões próprias da Teoria da História, a Revista objetiva a produção de mais um foro para o debate científico como local de discussão de temas atuais que fomentem a reflexão sobre o que fazem os historiadores quando fazem história hoje.</span></p>https://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/67136Expediente2020-12-24T11:53:00-03:00Revista de Teoria da Históriarevistateoriadahistoria@gmail.com2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/67135Dossiê História e Psicanálise2021-02-04T19:12:19-03:00Ana Lucia Oliveira Vilelaanaluciavilela@ufg.comFabiana de Souza Fredrigofabianafredrigo@gmail.comSabrina Costa Bragasabrinacostabraga94@gmail.com2020-12-22T17:36:57-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65243“Só irmãos não basta ser, melhor é sermos amigos”2020-12-24T11:53:02-03:00Hilário Franco Júniorhilario.franco-jr@wanadoo.fr<p><span style="font-weight: 400;">O diálogo que se intensificou nas últimas décadas entre as ciências do homem pouco envolveu a mais antiga e a mais nova delas, a História e a Psicanálise. E contudo, apesar de métodos e metas próprios a cada uma, os pontos comuns não faltam, como comprovam as pontuais incursões já feitas nessa área de intersecção. É de se esperar que abandonados certos preconceitos recíprocos, mas sem renúncia de suas personalidades, a colaboração entre historiadores e psicanalistas seja proveitosa para ambos.</span></p>2020-12-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65108O inesgotável e elegante trabalho da memória, que reconstrói, performa e elabora2020-12-24T11:53:03-03:00Ronaldo Filho Manzimanzifilho@hotmail.comMaria Letícia Reismarileoliveira@hotmail.com<p>O presente texto visa repensar a compreensão da autobiografia e do diário: memória, reconstrução e memória performativa versus instantaneidade e tempo congelado. Articulando a filosofia de Walter Benjamin, no que concerne à perda de experiência do sujeito moderno e sua incapacidade de narrar, trazemos ao debate a acepção de memória em psicanálise e sua relação ao esquecimento e à elaboração. A forma diário que domina as redes sociais nos mostra uma mudança significativa de nossa forma de ser (de nossa forma de lidar com nossa própria história), em que a “sinceridade”, a exigência do imediato, seja o “mais real”. O que está em jogo nessa mudança – de uma escrita de si que era guardada à sete chaves à exposição de si diária nas redes sociais?</p>2020-12-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65405A angústia de Adão na América2020-12-24T11:53:05-03:00Maria Bernardete Ramos Floresmbernaramos@gmail.com<p>A viagem metafísica de Adán Buenosayres, protagonista da novela de mesmo nome, escrita pelo poeta argentino Leopoldo Marechal, provocou o encontro com Xul Solar e Ismael Nery, o primeiro, argentino e o segundo, brasileiro. A tônica do encontro fundou-se na arte marcada pela estética da angústia, de raiz cristã-adâmica-kierkegaardiana, própria da linguagem dos poetas e pintores que comunicaram o desassossego no mundo contingente, e desejaram transcender o tempo e o espaço, à busca do Paraíso perdido ou da infância da humanidade. A arte metafísica foi a linguagem estética que ajudou o artista agônico a reconectar-se com o infinito e a encontrar a essência da humanidade. O afeto agônico que irrigou a arte de Leopoldo, Xul e Ismael, alçados aqui a signos da angústia na América, é parte da ansiedade cultural que se dá no plano psíquico no quadro da civilização ocidental. Portanto, a arte metafísica de traço agônico, praticada na América, vem da mesma fonte, a fonte bíblica, que irrigou a angústia na metrópole, a Europa.</p>2020-12-22T17:39:22-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65395“Nossos mortos têm voz”2020-12-24T11:53:06-03:00Thales de Medeiros Ribeirothalesmedeirosribeiro@gmail.comVanessa da Cunha Prado D’Afonsecavanessadafonseca@hotmail.com<p>Após o assassinato de mais de 500 civis por esquadrões da morte da polícia militar em maio de 2006, Débora Maria da Silva fundou o movimento social Mães de Maio, uma “rede autônoma de mães, familiares e amigos de vítimas diretas da violência estatal”. Ao trabalhar em parceria com as Mães de Maio, Clara Ianni realizou dois documentários. Em <em>Mães</em> (2013), a cineasta acompanha o encontro dessas mulheres antes do início de um trabalho clínico conduzido pelo coletivo Margens Clínicas. Em <em>Apelo </em>(2014), a fundadora do movimento social recita um manifesto no Cemitério de Perus, lugar que serviu de vala clandestina durante a ditadura civil-militar, e ainda é utilizado para o enterro de indigentes. Em nosso artigo, esses dois documentários serão um espaço privilegiado para darmos relevo a articulações entre conceitos psicanalíticos e aqueles que, desde o arcabouço estético e político forjados no campo da Filosofia e da História, implicam a Psicanálise, sua disciplina, sua clínica e sua ética.</p>2020-12-22T17:40:07-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/64279Subjetividade, Individuação e Escrita de Si2020-12-24T11:53:07-03:00Pedro Ragusapedroragusa@yahoo.com.brAlfedo do Santos Olivaalfredoliva@yahoo.com.br<p>A escrita de si – conceito que oferece significado para um gênero narrativo em que um narrador em primeira pessoa se identifica explicitamente como o autor biográfico – se delineia como um exercício literário típico da modernidade. Nessa pesquisa a abordagem teórica de Michel Foucault sobre as práticas de si foi correlacionada ao campo teórico definido por Carl Gustav Jung sobre sua subjetividade autobiografada. Para objetivar a subjetividade através da escrita de si, a problemática dessa pesquisa foi desenvolvida com o seguinte objetivo: estabelecer a aproximação e o confronto entre dois campos teóricos que mobilizaram de maneira específica o tema da subjetividade a partir de um diálogo entre Michel Foucault e Carl Gustav Jung.<strong> </strong></p>2020-12-22T17:40:32-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65234Psicanálise, hermenêutica e o problema do sentido2020-12-24T11:53:09-03:00Breno Mendesmendes.breno@gmail.com<p>Nesse artigo realizo uma reflexão sobre a leitura filosófica da psicanálise de Sigmund Freud desenvolvida por Paul Ricoeur, especialmente no que diz respeito ao problema do sentido e às suas implicações para o fenômeno da história. Para tanto, lanço mão da hermenêutica como método e me concentro na obra <em>Da interpretação: ensaios sobre Freud</em> de 1965, a fim de compreender as possíveis analogias identificadas por Ricoeur entre a abordagem psicanalítica e o trabalho hermenêutico. Além disso, realizo uma contraposição entre a apropriação ricoeuriana de Freud e a interpretação feita por Lacan. Por fim, investigo a dialética elaborada por Ricoeur entre a arqueologia do sujeito de Freud e a teleologia da consciência de Hegel.</p>2020-12-22T17:42:31-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65504Da verdade historial2020-12-24T11:53:11-03:00Diego Avelino Moraes Carvalhoprof.diemoraes@gmail.com<p>Esse trabalho tem como objetivo estabelecer uma confluência entre a teoria e clínica psicanalítica, a ciência histórica e a filosofia. Notadamente, articulando autores como Hannah Arendt, Sigmund Freud e Jacques Lacan. Esse esforço de aproximação pressupõe articular um debate que incida sobre a função do historiador e o estatuto de verdade para a filosofia e a psicanálise. Inicialmente, apresentaremos a leitura arendtiana sobre a tarefa do <em>storyteller </em>[historiador-narrador] enquanto aquele que extrai a novidade do acontecimento histórico. Posteriormente, a proposta é apresentar o debate em torno das noções de verdade material e histórica para a psicanálise, em especial para a ética e clínica lacaniana. Ao fim, pretende-se dar sentido a essa interlocução apontando o quanto certas categorias se confluem ofertando um interessante exercício para o ofício do historiador.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>2020-12-22T17:43:36-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65368Metapsicologia sobre a força inconsciente do passado2020-12-24T11:53:12-03:00Augusto Bruno de Carvalho Dias Leiteaugustobrunoc@yahoo.com.br<p>Neste artigo, apresento os principais argumentos de Walter Benjamin acerca da centralidade do tempo passado para a constituição do fenômeno histórico através do reconhecimento de sua natureza inconsciente. Para tanto, evidencio particularmente as interpretações que Benjamin realiza da obra psicanalítica de Sigmund Freud, bem como da literatura de Marcel Proust. Defendo que Benjamin, retirando lições metapsicológicas da obra de Freud, as quais definem sua leitura filosófica de Proust, apresenta uma metapsicologia própria, que traduz conceitos da esfera individual para o âmbito coletivo da experiência. Assim, reitero a utilidade da tese benjaminiana que afirma a relevância do caráter inconsciente da consciência histórica através das ferramentas da metapsicologia.</p>2020-12-22T17:44:12-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65390Michel de Certeau e a psicanálise2020-12-24T11:53:13-03:00Robson Freitas de Miranda Juniorrfm.juninho@gmail.com<p>O objetivo desse artigo é analisar alguns dos trabalhos de Michel de Certeau reunidos na coletânea intitulada “História e psicanálise: entre ciência e ficção”. Principalmente os textos: “Psicanálise e história” e “O ‘romance’ psicanalítico: história e literatura”. Pretendemos evidenciar que, em suas reflexões sobre a história e o fazer historiográfico, Certeau se valeu intensamente da teoria e da escrita freudianas, uma vez que, nelas, o historiador encontrou tanto a possibilidade de pensar novas temporalidades que caracterizariam o discurso histórico, quanto uma teoria da narratividade, que seria fundamental para entender o próprio estatuto da escrita da história.</p>2020-12-22T17:44:50-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65241No rastro historiográfico da Psicanálise no Brasil2020-12-24T11:53:14-03:00Aline Librelotto Rubinlinelrubin@gmail.com<p>Neste trabalho elaboramos uma articulação entre as diferentes tradições e momentos dos estudos historiográficos da Psicanálise no Brasil, desde sua emergência na década de 1920. Buscamos situar historicamente continuidades e descontinuidades promulgadas pela virada epistemológica dos anos 1970. Com vistas a uma critica a abordagem historiográfica que se construiu dentro do paradigma da “ficção científica” e da “verdadeira psicanálise”, propomos um retorno à “ficção teórica” de Freud, como definido pelo historiador Michel De Certeau. Além disso, visando a construção de uma historiografia psicanalítica que se baseie em preceitos aliados a sua própria teoria, convocamos alguns elementos da teoria do texto de Barthes, como a escritura baseada no desejo e não na autoria.</p> <p><strong>Palavras-chaves:</strong> Historiografia psicanalítica; verdadeira psicanálise; ficção teórica.</p>2020-12-22T17:50:01-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/63803O excitante Caudilho de Ramos Mejía e o desvairado meneur de Nina Rodrigues2020-12-24T11:53:15-03:00Fernando Bagiotto Bottonfernandobotton@phb.uespi.br<p>Discute-se duas perspectivas interpretativas da psicologia das massas realizadas anteriormente às leituras freudianas, nos referimos ao livro <em>Las massas argentinas</em> (publicado em 1899) formulado pelo psiquiatra e político argentino José María Ramos Mejía e os ensaios presentes em <em>As coletividades anormais</em> do alienista e higienista brasileiro Raimundo Nina Rodrigues (especialmente aqueles publicados em 1898). Para realizar tais leituras e reinterpretações ambos se utilizaram de argumentos baseados em conceitos e preconceitos metafóricos de gênero e raça, constituindo versões absolutamente heterodoxas da psicologia das massas, embora que bastante adaptadas às demandas sociais e políticas das elites nacionais de sua época.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65416Paranoia e História, patologia e verdade2020-12-24T11:53:17-03:00Danilo de Áviladanilo.avila@gmail.com<p>Este estudo objetiva propor uma abertura da psicanálise à história por meio da noção de paranoia. Uma categoria tradicional da clínica, sua construção remonta ao círculo freudiano e o célebre caso do presidente Schreber para se espraiar no século XX-XXI nas obras de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gilles Deleuze e Slavoj Zizek. Percorrendo os usos da noção para estes filósofos, psicanalistas e sociólogos, podemos retrabalhar o acúmulo gerado pelos usos da noção para na historiografia. Richard Hofstadter, cunhador do <em>estilo paranoico</em> durante os anos 1960, começou este trabalho do lado da História e trouxe ganhos políticos, evidentes aos olhos de hoje. Cabe a este artigo, desenvolvê-lo, mas não para projetá-lo – expediente próximo a paranoia – em outras formações históricas, mas para repensar outros modelos críticos para a historiografia na tensão entre patologia e verdade, antinomia da noção de paranoia.</p>2020-12-22T17:50:31-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/63979Objetividade histórica no Manual de Teoria da História de Roberto Piragibe da Fonseca (1903-1986)2020-12-24T14:01:36-03:00Itamar Freitasitamarfreitasufs@gmail.com<p>Neste artigo, tratamos das ideias de “Teoria da História” e de “objetividade”, veiculadas no impresso propedêutico <em>Manual de Teoria da História</em>, produzido no ambiente da Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, por Roberto Piragibe da Fonseca, entre 1943 e 1967. O professor de Propedêutica entendia Teoria da História como um construto de Metafísica e Lógica. Com o <em>Manual</em>, Fonseca queria legitimar a cientificidade do discurso do historiador e do professor de História e instrumentalizá-los para combater o materialismo e o ateísmo no Brasil, tanto nas universidades como nas escolas do ensino secundário. O resultado dessa composição em termos de objetividade do conhecimento histórico foi a ideia de que a cientificidade do trabalho do historiador e do professor de História do curso superior seria garantida por meio de uma série de critérios de validação normativa e operacional que consideravam o respeito às leis metafísicas, morais e físicas, empregadas sob diferentes pesos no trabalho de constatação, interpretação e exposição dos fatos.</p>2020-12-22T18:00:56-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65274Histórias entrelaçadas e territórios sobrepostos2020-12-24T11:53:19-03:00Elisa Goldmanegoldman@uol.com.br<p>Este artigo tem como objetivo analisar as aproximações teóricas entre os autores Edward W. Said e Frantz Fanon no que tange o convívio entre um lugar de fala pós-colonial revestido de questionamentos acerca dos binarismos identitários e a busca por um ethos nacional no contexto da luta anti colonial. Identificamos como marcos de aproximação na démarche teórica de Said e Fanon reflexões acerca do problema da historicidade nas narrativas nacionais, o problema epistemológico da representação do colonizado entrelaçado com o colonizador, o que pode se desdobrar na desestabilização ontológica da alteridade.</p>2020-12-22T18:01:46-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65360Por uma erótica da história2020-12-24T11:53:20-03:00Evandro dos Santosevansantos.hist@gmail.com<p>O artigo, escrito em formato ensaístico, problematiza as condições de interação entre o saber psicanalítico e a disciplina histórica. Embora compartilhem de marcos de historicidade semelhantes, raramente esse diálogo ocorreu de maneira evidente. As formulações de Sigmund Freud (1856-1939), ora entendidas como uma ética, por força de disputas que conformaram o discurso universitário, ao longo do século XX, foram gradativamente afastadas das discussões históricas e historiográficas. Ainda que uma das aporias fundamentais da história como disciplina científica seja a compreensão mais precisa das relações entre as dimensões individuais e sociais, são raras as reflexões que consideram as possíveis contribuições da psicanálise neste sentido. O argumento, a seguir brevemente desenvolvido, defende que, ao tornarem mais complexas tais relações, as categorias oriundas das obras de Freud podem auxiliar na recuperação de aspectos eróticos da experiência histórica e de suas formas de representação por diferentes sujeitos. </p>2020-12-22T18:02:44-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65889O que é historiografia?2020-12-24T11:53:22-03:00Fabio Iachtechenfabio.luciano@gmail.comCarl Beckerfabio.luciano@gmail.com<p>“O que é historiografia?” é uma resenha escrita em 1938 pelo historiador estadunidense Carl Lotus Becker sobre o livro <em>A history of historical writing</em>, publicado no mesmo ano por Harry Elmer Barnes, então professor do <em>Smith College</em> e pesquisador ligado à <em>New School of Social Research</em> da Universidade de Columbia. O texto foi publicado originalmente no boletim da <em>American Historical Association</em> e reproduzido posteriormente em <em>Detachment and writing of history</em>, obra de 1958 organizada por Phil L. Snyder que reuniu seus textos e ensaios sobre teoria e escrita da história.</p>2020-12-22T18:03:29-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/66893Psicanálise e epistemologia histórica2020-12-24T16:43:45-03:00Luiz Sérgio Duarte da Silvasergio.duarte.ufg@gmail.comSabrina Costa Bragasabrinacostabraga94@gmail.com<p>Marcela Renée Becerra Batán é doutora em Filosofia (UNC), Professora Titular de Epistemologia das Ciências Sociais na Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da Universidad Nacional de San Luis (UNSL), e coordenadora do projeto de investigação “Epistemología, Psicoanálisis y Ciencias Humanas. Normalización, Clasificación y Subjetividad”. Na presente entrevista, Marcela Batán nos fala um pouco sobre sua trajetória de pesquisa e o percurso que ela e colegas filósofos, psicanalistas e educadores seguiram em suas reflexões e trocas sobre as relações entre psicanálise, epistemologia e as ciências humanas em geral, além do efeito de normalização atual nas práticas da psicologia e da pedagogia. A professora também trata brevemente de temas como a subjetividade em Michel Foucault e o uso da psicanálise por Gaston Bachelard.</p>2020-12-22T18:04:31-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/62584A perspectiva histórica das ideologias da desigualdade no recente livro de Thomas Piketty2020-12-24T11:53:24-03:00Flavio Dantas Martinsflaviusdantas@gmail.com<p>Este texto resenha a obra <em>Capital et idéologie</em> do economista francês Thomas Piketty e faz uma avaliação crítica do alcance de sua proposta de socialismo participativo.</p>2020-12-22T18:06:04-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65440A história (ocidental) em tempos de mudança inaudita2020-12-24T11:53:25-03:00Marcelo Durão Rodrigues da Cunhamarceloduraocunha@gmail.com<p>Resenha de: SIMON, Zoltán Boldizsár. <em>History in Times of Unprecedented Change: A Theory for the 21st Century</em>. Bloomsbury Publishing, 2019.</p>2020-12-22T18:07:01-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/65679José Carlos Reis entre a filosofia e a história2020-12-24T11:53:26-03:00Raylane Marques Sousamarques.raylane@gmail.com<p>Resenha de O<em> lugar central da teoria-metodologia na cultura histórica</em>, de José Carlos Reis. Trata-se de uma reunião de artigos, resenhas, prefácios, aulas, conferências e entrevistas publicados por Reis em coletâneas e periódicos brasileiros ao longo de seu compromisso como professor e pesquisador no Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Lançada pela Editora Autêntica, na seção História & Historiografia, em maio de 2019, justamente por ocasião de sua aposentadoria, a última obra de Reis pode ser definida como uma obra-memória de sua notável atuação acadêmica.</p>2020-12-22T18:07:52-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/67133Com Thomas Mann entre passado e história2020-12-24T11:53:27-03:00Maria Della Volpedellavolpem@libero.it<p>Resenha de: CONTE, Domenico. <em>Viandante nel Novecento. Thomas Mann e la storia</em>. Roma: Edizioni di Storia e Letteratura, 2019, 508p.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/67134Jaspers, Weber e a política2020-12-24T11:53:27-03:00Maria Della Volpedellavolpem@libero.it<p>Resenha de: MASSIMILLA, Edoardo. <em>Sulla vocazione per la politica. Max Weber e le “Politische Stimmungen” di Karl Jaspers</em>. Napoli: Giannini, 2019, 67p.</p>2020-12-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2020 Revista de Teoria da História | rthhttps://www.revistas.ufg.br:443/teoria/article/view/67195nº 2 (2020)2021-02-10T00:59:09-03:00Revista de Teoria da Históriarevistateoriadahistoria@gmail.com<p>Acesse a edição completa pelo link: http://bit.ly/3q5pvRi</p>2020-12-23T22:28:31-03:00Copyright (c) 2020 rth |