“Professor, mas como é o meu nome em inglês?” Algumas reflexões e provocações sobre o ensino de línguas estrangeiras em contexto nacional

  • Luigi Barichello

Resumo

Nas linhas a seguir, pretendo me dirigir aos colegas professores de línguas não para apresentar respostas, mas para refletir um pouco sobre algumas perguntas e polêmicas que atravessam nossas aulas de línguas estrangeiras quase diariamente. Tomarei a liberdade de compartilhar alguns fatos de meus anos de prática docente (tanto com alunos como com professores de línguas das redes municipal e particular de ensino), tentando estabelecer um diálogo com alguns teóricos do campo do ensino e aprendizagem de línguas acerca de algumas questões. Traçarei, também, um breve panorama do ensino de línguas estrangeiras na educação básica, arriscando levantar algumas provocações e questionamentos. Apontarei, ainda, determinados aspectos dos documentos oficiais brasileiros (PCN e LDB), com vistas a perceber o respaldo legal acerca de algumas de nossas práticas, a constatação de determinadas realidades no âmbito do ensino e aprendizagem e a pertinência de certas orientações que já foram outrora delimitadas por tais documentos oficiais, embora muitas apresentem mudanças ainda pouco visíveis; tanto no que diz respeito à organização escolar, quanto à produção de livros didáticos em contexto nacional.

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Biografia do Autor

Luigi Barichello
Técnica em Assuntos Educacionais do Setor de Apoio à Ação Pedagógica do Cepae/UFG
Publicado
05-08-2009
Como Citar
Barichello, L. (2009). “Professor, mas como é o meu nome em inglês?” Algumas reflexões e provocações sobre o ensino de línguas estrangeiras em contexto nacional. Revista Polyphonía, 20(1), 87-100. https://doi.org/10.5216/rp.v20i1.6826
Seção
Artigos