Trindade maldita: doenças negligenciadas que ainda matam no Brasil

  • Kárita de Jesus Boaventura Programa de Pós-Graduação Ensino de Ciências da Universidade Estadual de Goiás.
  • Wilton de Araújo Medeiros Programa de Pós-Graduação Ensino de Ciências da Universidade Estadual de Goiás.

Resumo

Esse trabalho foi feito como produto para a dissertação final do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências pela Universidade Estadual de Goiás, a partir da nossa inquietação em formar cidadãos críticos conscientes de seus deveres e direitos, que não só saibam sobre ciência, mas também produzam ciência. A partir de observações feitas em sala de aula como docente, foi verificado que há muita dificuldade por parte dos alunos, apesar de haver interesse, em entender a biologia e a visualizá-la como parte integrante de suas vidas. Por isso foi procurado um meio de inserir o aluno nessa ciência, de forma com que possa se sentir capaz de entender a biologia e também contribuir com a construção desse conhecimento. Para tanto nos apropriamos da história como um veículo mediador, a fim de que o leitor possa entender como os conhecimentos apresentados nesse trabalho foram elaborados e como os cientistas, por acidente, se equivocando, errando, não desistindo e pesquisando muito, chegaram até o que se tem hoje. Aqui enfatizamos a Doença de Chagas, a Malária e a Ancilostomose com as peculiaridades biológicas que são pertinentes ao Ensino Médio, contextualizando-as com os eventos políticos, sociais e econômicos que permearam o avanço, ou não, do tratamento dessas doenças, evidenciando o nosso país. Esperamos que o leitor possa, a partir dessa leitura, não só conhecer melhor essas doenças entendendo o contexto histórico que as permeou, mas também se ver capaz de fazer pesquisas, descobertas e experiências a fim de corroborar com o avanço da ciência, e o mais importante, se reconhecer como um ativo cidadão crítico.

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Publicado
21-10-2015
Como Citar
Boaventura, K. de J., & Medeiros, W. de A. (2015). Trindade maldita: doenças negligenciadas que ainda matam no Brasil. Revista Polyphonía, 25(2), 317-323. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/sv/article/view/38182