“Elegí una manera de hablar que escucho demasiado, más que las otras, y por eso intento seguir como hablan los españoles, el Castelllano”: uma reflexão sobre as crenças de futuros professores sobre as variedades do Espanhol

  • Cleidimar Aparecida Mendonça e Silva UFG

Resumo

Este artigo discute as principais crenças acerca das variedades diatópicas do Espanhol detectadas ao longo de uma pesquisa-ação, nível doutorado (SILVA, 2011), realizada em uma instituição de ensino superior de Goiás, com a participação de nove graduandos. Neste texto, nossa ênfase está posta na visão de que existe um Espanhol da Espanha e um Espanhol da América, e que a variedade castelhana peninsular do Espanhol é uma modalidade mais geral e compreensível no universo hispânico. Acreditamos que problematizar essas crenças é importante para que os professores formadores, bem como os formandos, possam assumir o papel de articuladores das muitas vozes do idioma, como postulam as Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Conhecimentos de Espanhol (OCEM, MEC, 2006).

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Biografia do Autor

Cleidimar Aparecida Mendonça e Silva, UFG
Doutora em Letras e Linguística pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e professora efetiva de Espanhol nesta mesma instituição.
Publicado
21-10-2015
Como Citar
Mendonça e Silva, C. A. (2015). “Elegí una manera de hablar que escucho demasiado, más que las otras, y por eso intento seguir como hablan los españoles, el Castelllano”: uma reflexão sobre as crenças de futuros professores sobre as variedades do Espanhol. Revista Polyphonía, 25(2), 233-256. https://doi.org/10.5216/rp.v25i2.38173