Ensinar a filosofar no ensino médio: uma proposta metodológica

  • Maria Helena Ferreira Goulart Colégio Zênite em Inhumas, Goiás.

Resumo

Este artigo propõe analisar as dificuldades dos docentes de Filosofia no Ensino Médio em encontrar uma metodologia que desperte o interesse dos alunos pelo ato de filosofar. Apesar de existir um consenso acerca de sua importância nesse nível de ensino, há uma contínua e pertinente indagação sobre o que ensinar e como ensinar. Assim, tem-se por referências Kant e Hegel, na medida em que, procurar-se-á discutir um método de ensino que possa efetivamente contribuir para o bom desempenho do docente da referida disciplina em sala de aula e, consequentemente, despertar o interesse dos alunos pelas grandes questões da Filosofia, pela tradição filosófica, de maneira a não torná-la apenas o espaço de opiniões e de repetições de ditos comuns historicamente construídos. Em seguida, dedica-se a repensar a formação inicial do professor desta disciplina. Embora tenham ocorrido mudanças significativas nos cursos de licenciatura que preparam os futuros filósofos professores, o contexto que envolve essa formação é complexo, já que a licenciatura sempre foi vista com desdém pelas academias que priorizam o bacharelado.

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Biografia do Autor

Maria Helena Ferreira Goulart, Colégio Zênite em Inhumas, Goiás.
Licenciada em Filosofia pela Universidade Federal de Goiás, Professora de Filosofia no Colégio Zênite em Inhumas, Goiás.
Publicado
02-10-2013
Como Citar
Goulart, M. H. F. (2013). Ensinar a filosofar no ensino médio: uma proposta metodológica. Revista Polyphonía, 22(2). https://doi.org/10.5216/rp.v22i2.26683