Professor, não vês que estou queimando?

  • Conceição Aparecida Costa Azenha

Resumo

RESUMO O objetivo deste artigo é, a partir da ética psicanalítica, articular angústia e desejo como operadores necessários à educação. Nesta articulação, situamos a utopia como uma possibilidade de constituir barreira à alienação da criança ao desejo do Outro, na medida em que, caminhar na contramão de um discurso hegemônico, pode promover um despertar das ilusões (psico)pedagógicas. PALAVRAS-CHAVE: educação, angústia, desejo, alienação, utopia, processo de subjetivação.

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Publicado
26-11-2007
Como Citar
Azenha, C. A. C. (2007). Professor, não vês que estou queimando?. Revista Polyphonía, 18(1), 29. https://doi.org/10.5216/rp.v18i1.2502
Seção
Artigos