RACIOCÍNIO GEOGRÁFICO E A TEORIA DO RECONHECIMENTO NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA

Autores

Palavras-chave:

formação inicial de professor, teoria do reconhecimento, estatuto epistemológico da Geografia, raciocínio geográfico

Resumo

Este artigo parte da análise de que a educação escolar na contemporaneidade enfrenta diversos desafios, dentre estes, os contextos diversificados, o que exige dos futuros professores tanto conhecimentos teóricos sólidos quanto práticos que lhes permitam atuar nos diferentes sistemas de ensino, com destaque às escolas públicas. Isto consolida uma demanda efetiva às universidades que é a produção de conhecimentos que subsidiem na licenciatura uma formação de professores que seja sólida em suas bases teóricas e práticas interdisciplinares. Neste contexto, o objetivo desse artigo é discutir a vida intelectual do professor e do futuro professor de Geografia, por meio da apropriação das categorias de análise e princípios desta ciência a fim de contribuir para a formação do raciocínio geográfico. Trabalharemos duas ideias centrais e que estão indissociadas: o ofício de professor e o seu reconhecimento, com referência em Fraser (2007) e Honneth (2011); e a importância de se resgastar o estatuto epistemológico e as metodologias, linguagens e representações da Educação Geográfica, dialogando com alguns teóricos da Geografia, com base em Lacoste (1988), Santos (1988, 1996, 1998), Moreira (2007), Gomes (2017) e a metafilosofia e a psicologia cognitiva, com base em Toulmin (2006) e Sternberg e Sternberg (2017).

Biografia do Autor

Sonia Maria Vanzella Castellar, Universidade de São Paulo

Professora Titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – USP, Pesquisadora CNPq2.

Endereço profissional: Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação, Departamento de Metodologia do Ensino e Educação Comparada. Av. da Universidade 308, Butantã, Sao Paulo/SP.

Endereço eletrônico: smvc@usp.br

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Publicado

08-08-2019

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Seção

Artigos