Utopia do cógito

sobre a crítica à embriaguez burguesa em Spuren, de Ernst Bloch

  • María Belforte Universidade de Buenos Aires (UBA), Cidade Autônoma de Buenos Aires, Argentina
Palavras-chave: Subjetividade, Embriaguez, Utopia, Ernst Bloch

Resumo

O presente artigo parte das palavras que abrem Spuren (Vestígios), “werden wir erst”, para mostrar seu duplo caráter crítico e utópico. Na crítica à subjetividade que desenvolve nesta última etapa da República de Weimar, Ernst Bloch recorre ao resgate de um elemento que considera constitutivo da subjetividade: se trata da recuperação da noção de embriaguez (Rausch). A partir desta interpretação, o presente trabalho se propõe a mostrar os distintos sentidos da noção de embriaguez, de acordo com as análises de Bloch.

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Biografia do Autor

María Belforte, Universidade de Buenos Aires (UBA), Cidade Autônoma de Buenos Aires, Argentina
Doctora en filosofía por la Un iversidad de Buenos Aires (UBA/Conicet).      
Publicado
10-04-2019
Como Citar
Belforte, M. (2019). Utopia do cógito. Signótica, 31. https://doi.org/10.5216/sig.v31.54685
Seção
Seção Temática