Caminhar, descobrir, projetar

Reflexões sobre a deriva e o fazer projetual em paisagismo

  • Arthur Simões Caetano Cabral Universidade Federal de Goiás(UFG), Regional Goiás
Palavras-chave: paisagem, projeto, experiência sensível, deriva

Resumo

Nós descobrimos o mundo à medida que nos deslocamos por ele; inventamos o novo à medida que o que já existe se revela diante de nós. Em termos gerais, no que tange o fazer projetual que se volta à paisagem, assume-se, nas reflexões aqui presentes, a perspectiva de que nenhuma invenção pode ser tão absolutamente inovadora que prescinda do contato com aquilo que a precede, com as preexistências, com a materialidade da paisagem; por outro lado, parece razoável supor que o desvelamento daquilo que já existe, mas que não é, até então, reconhecido, corresponde, também, a uma forma de invenção. Esses pressupostos se respaldam, sobretudo, nas reflexões do geógrafo Jean-Marc Besse acerca da paisagem, entendida enquanto experiência fenomenológica, e de suas relações com o fazer projetual.

Publicado
05-08-2020
Como Citar
Simões Caetano Cabral, A. (2020). Caminhar, descobrir, projetar: Reflexões sobre a deriva e o fazer projetual em paisagismo. Revista Jatobá, 2. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/revjat/article/view/63626
Edição
Seção
Artigos