Um, dois ou mais intérpretes em sala de aula? Não se trata apenas de uma questão numérica

Autores

  • Neiva Aquino Albres Universidade Federa de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, neivaaquino@yahoo.com.br https://orcid.org/0000-0003-1567-297X
  • Giliard Kelm Universidade Federa de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, gilliardkelm@gmail.com https://orcid.org/0000-0002-0015-4603

DOI:

https://doi.org/10.5216/revufg.v20.66423

Resumo

Atualmente, o aumento de contratação de intérprete de língua de sinais para atuar em contextos educacionais nos faz refletir sobre as condições de trabalho e a necessidade de atuação em equipe de intérpretes em sala de aula. Nesse sentido, levantamos a seguinte problematização: Quais os casos em que seria necessária a interpretação com mais de um intérprete? Questão que buscamos responder por meio de uma revisão narrativa de bibliográfica internacional. Assim, esta pesquisa é baseada em uma abordagem de cunho qualitativo (ANDRÉ, 2000) e inscrita em perspectiva dialógica da linguagem (BAKHTIN, 2006). As pesquisas analisadas indicam a necessidade da atuação em equipe considerando aspectos como: a) a questão da interação e da aprendizagem dos alunos surdos; b) a questão de coordenação dos discursos pelos intérpretes; e c) a questão física dos intérpretes. Os estudos ainda indicam que cursos técnicos e de nível superior em períodos de longa aula expositiva o ideal seria a atuação pelo menos em duplas de intérpretes para manter a qualidade da interpretação.

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Biografia do Autor

Neiva Aquino Albres, Universidade Federa de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, neivaaquino@yahoo.com.br

Doutora em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar (2013) Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS (2005). Docente e Pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução – PGET, Departamento de Libras – DLSB. Docente do curso de graduação em Letras Libras Presencial. Área de concentração Linguística Aplicada – Estudos da Tradução e Interpretação.

Giliard Kelm, Universidade Federa de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, gilliardkelm@gmail.com

Mestrando em Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina (PGET - UFSC). Graduação em Letras/Literatura pela Faculdade do Grupo UNIASSELVI (2015). Pós-Graduação em Tradução/Interpretação e Docência de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS pela Uníntese (2017). Atuação em Letras, com ênfase em Libras/Língua Portuguesa. Tem experiência em Interpretação Educacional no ensino superior (IFSC, UFSC, entre outros); em Traduções de curta-metragem, filmes e séries. Membro do grupo de Pesquisa em Interpretação e Tradução em Língua de Sinais - InterTrads registrado no CNPq. 

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Publicado

2020-12-31

Como Citar

ALBRES, N. A.; KELM, G. Um, dois ou mais intérpretes em sala de aula? Não se trata apenas de uma questão numérica. Revista UFG, Goiânia, v. 20, n. 26, 2020. DOI: 10.5216/revufg.v20.66423. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/66423. Acesso em: 28 jun. 2022.

Edição

Seção

Dossiê - Experiências de enriquecimento mútuo: desde e com a comunidade surda