MUSEU DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS DA UFG COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

Autores

  • Phamella Neres de Lima Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Matheus Santos Costa Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • João Marcelo Nogueira de Rezende Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Geovanna Pires de Almeida Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Ana Cristina Silva Rebelo Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Paulo Cesar Moreira Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • João Roberto da Mata Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Edson José Benetti Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Karina SIMÕES Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Paulinne Junqueira Silva Andresen Strini Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Nilza Nascimento Guimarães Universidade Federal de Goiás / Instituto de Ciências Biológicas
  • Augusto César Ribeiro Figueiredo
  • Fabiana Ribeiro da Mata

DOI:

https://doi.org/10.5216/revufg.v18i22.51751

Resumo

O Museu de Ciências Morfológicas da Universidade Federal de Goiás (MM-UFG), contém um amplo acervo de peças anatômicas humanas e animais e tem propiciado a divulgação do conhecimento científico. Foi avaliado o papel do MM-UFG como instrumento facilitador no processo ensino-aprendizagem no estudo anatômico do corpo humano e animal. Os dados foram coletados durante as visitas de estudantes do ensino fundamental e médio de março a agosto de 2017. Foram recebidos 713 visitantes de escolas públicas e privadas, graduandos da UFG e de outras instituições de ensino superior e cursos técnicos. Houve um grande número de estudantes atendidos com intensa participação revelando a importância educativa do acervo museológico no estudo do corpo humano e animal. Concluiu-se que o Museu de Morfologia da UFG possui um importante papel no processo ensino-aprendizagem e na divulgação científica do conhecimento.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ALMEIDA, A.M. O contexto do visitante na experiência museal: semelhanças e diferenças entre museus de ciências e arte. História e Ciências da Saúde Manguinho. 12: 31-53, 2005.

BRANDÃO, Carlos R. O que é educação. São Paulo, Brasiliense, 1981.

BRASIL (1999). Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio. Parâmetros curriculares nacional – Ensino Médio, Vol. 1. Brasilia: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Média e Tecnológica.

De SOUZA, N.B.; MATA, J.R.; OLIVEIRA, K.M.; NOGUEIRA, D.J.; FERREIRA, J.R. . Extensão ou assistencialismo? Arena e atores dos programas institucionais de extensão em anatomia na Universidade Federal de Goiás. Arquivos da Apadec, Maringá, 5: 40-46, 2001.

FERREIRA, JR; LUIZ, CR; MATA, JR; MIRANDA, DF; CARNEIRO, LB. O papel Educativo do Museu Didático. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, 3: 231-137, 1999.

GUZZO Marcelo Moraes. Educar pela pesquisa e os museus de Ciências: um estudo de caso na Nanoaventura.2006.

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? 12ª ed. São Paulo: Cortez, 2010.

LEÃO, Mateus Queiroz Freire; MACIEL; Raquel Aragão; NETO, Leonel Azevedo da Silva;

LOUREIRO, José Mauro Matheus. Museu de ciência, divulgação científica e hegemonia. fulano, Brasília, 1: 88-95, 2003.

OLIVEIRA, Jaciel Benedito de; ARAÚJO, Fábio Andrey da Costa; FILHO, Eduardo Sérgio Donato Duarte. Projeto de monitoria “anatomia ao vivo”: Um trabalho que transcende as portas da Universidade. Leão MQF et al. Revista Saúde e Ciência online, 2015; 4(3): 07-20.

LOZADA, Cláudia de Oliveira; ARAÚJO, Mauro Sérgio Teixeira de, Marcelo Moraes

PROEC. Relatório das atividades de extensão desenvolvidas pela UFG no período de 1994 a 1997. Revista de Extensão Universitária, 1: 16-18, 1997a.

ROLDAO, M. C. Função docente: natureza e construção do conhecimento profissional. Rev. Bras. Educ. 12: 94-103, 2007.

STUDART D.C. Museus e famílias: percepções e comportamento de crianças e seus familiares em exposição para o público infantil. História e Ciências da Saúde Manguinho. 12: 55-77, 2005.

VALENTE, M.E.; CAZELLI S, A.F. Museus, ciência e educação: novos desafios. História e Ciências da Saúde Manguinho. 12: 183-203, 2005.

VIEIRA, Valéria; BIANCONI, M. Lucia; DIAS, Monique. Espaços não-formais de ensino e o currículo de ciências. Ciência e Cultura, v. 57, n. 4, p. 21-23, 2005.

Downloads

Publicado

2018-08-13

Como Citar

LIMA, P. N. de; COSTA, M. S.; REZENDE, J. M. N. de; ALMEIDA, G. P. de; REBELO, A. C. S.; MOREIRA, P. C.; MATA, J. R. da; BENETTI, E. J.; SIMÕES, K.; STRINI, P. J. S. A.; GUIMARÃES, N. N.; FIGUEIREDO, A. C. R.; MATA, F. R. da. MUSEU DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS DA UFG COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM. Revista UFG, Goiânia, v. 18, n. 22, 2018. DOI: 10.5216/revufg.v18i22.51751. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/51751. Acesso em: 1 jul. 2022.

Edição

Seção

Artigos