DIREITO AO CORPO COMO POSSIBILIDADE DE UMA CIDADANIA RECONFIGURADA

  • SILVANA BELINE UFG
Palavras-chave: Gênero, Direito, Reconhecimento, Direitos Humanos

Resumo

Partindo do iluminismo a reivindicação de direitos pelas, e para as mulheres, atravessa a modernidade até os dias atuais nos quais movimentos feministas e movimentos de mulheres continuam levantando novas discussões para que o objetivo de pôr fim a desigualdade em suas múltiplas faces seja alcançado. Questões relativas ao âmbito privado como a reprodução e sexualidade com liberdade e igualdade foram postas à discussão por movimentos feministas que entenderam a necessidade de políticas públicas, elaboração de leis e outros elementos de mediação das relações sociais. Entre os direitos colocados pelos movimentos na arena nacional, como internacional, incluem os direitos reprodutivos e também especificamente o aborto. Discute-se aqui que, as políticas de redistribuição e reconhecimento poderão caminhar rumo a desconstrução do habitus e reorganizar o campo onde os embates sobre a mulher está inserido.

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Biografia do Autor

SILVANA BELINE, UFG
Mestre e Doutora pela UNESP/Araraquara, professora do curso de Direito da Fundação Raul Bauab de Jaú e das Faculdades Integradas de São Carlos.
Publicado
14-10-2010
Como Citar
BELINE, S. (2010). DIREITO AO CORPO COMO POSSIBILIDADE DE UMA CIDADANIA RECONFIGURADA. Revista Da Faculdade De Direito Da UFG, 32(1), 211/226. https://doi.org/10.5216/rfd.v32i1.12126
Seção
Artigos Científicos