Reflexões sobre a proximidade entre território e cidade e as tecnologias na manutenção da língua Akwe-Xerente

Autores

  • Suety Líbia Alves Borges Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Goiás, Brasil https://orcid.org/0000-0003-0923-6901
  • Adalto Pizumekwa Pereira Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Anderson Simrihu Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Edimar Darêrkêkwa Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Elivaldo Wakuke Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Genivaldo Cristino Romkre Olegário Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Geovane Simnãkrã Pereira Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Ângela Neprerê de Brito Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Gilmar Smisuite Pereira Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Jacira Sekwahidi de Brito Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Lenivaldo Srãpte Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Luis Fernando Srêwasa Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Mário André Hêsukamekwa Coelho da Silva Universidade Federal de Goiás https://orcid.org/0000-0002-4882-1567
  • Nelson Srêpawe Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Noel Dakawazrêkwa Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Rafael Dakukre Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Romerito Sõzê Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Valdirei Sernãwe Calixto Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Vanderley Sakruikawe Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Wesley Kupsinã Silva Xerente Universidade Federal de Goiás
  • Manoel Moreno Waikaizapari de Carvalho UFG

DOI:

https://doi.org/10.5216/racs.v5i.63754

Palavras-chave:

Língua Akwe, Vitalidade linguística, Proximidade urbana, Novas tecnologias

Resumo

Este estudo traz os resultados de pesquisa realizada na aldeia Funil – em um dos Territórios do povo Akwe-Xerente –, localizada a 12 quilômetros de Tocantínia, estado do Tocantins. A hipótese inicial da pesquisa que, por sua vez, povoa o imaginário coletivo da população Akwe-Xerente, era a de que a língua está ameaçada em razão da proximidade com a cidade e do uso intensivo de novas tecnologias. No entanto, a hipótese não se confirmou. Os/as estudantes puderam concluir que um maior contato com a cidade e com as novas tecnologias trazidas pelas relações com os/as ktâwanõ não são, necessariamente, uma ameaça à vitalidade da língua Akwe.

 

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Publicado

22-09-2020

Como Citar

Borges, S. L. A., Pereira Xerente, A. P. ., Simrihu Xerente, A. ., Darêrkêkwa Xerente, E. ., Wakuke Xerente, E. ., Olegário Xerente, G. C. R. ., Pereira Xerente, G. S. ., Brito Xerente, Ângela N. de ., Pereira Xerente, G. S. ., Brito Xerente, J. S. de ., Srãpte Xerente, L. ., Srêwasa Xerente, L. F. ., Silva, M. A. H. C. da ., Srêpawe Xerente, N. ., Dakawazrêkwa Xerente, N. ., Dakukre Xerente, R. ., Sõzê Xerente, R. ., Valdirei Sernãwe Calixto Xerente, Vanderley Sakruikawe Xerente, Silva Xerente, W. K. ., & Waikaizapari de Carvalho, M. M. . (2020). Reflexões sobre a proximidade entre território e cidade e as tecnologias na manutenção da língua Akwe-Xerente. Articulando E Construindo Saberes, 5. https://doi.org/10.5216/racs.v5i.63754