ESCOLA NACIONAL FLORESTAN FERNANDES PRESENTE NA HISTÓRIA SOCIAL DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

Autores

  • Carlos Bauer Universidade Nove de Julho
  • Carin Moraes Universidade Nove de Julho

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v13i1.35978

Resumo

O artigo enfoca a trajetória histórica da Escola Nacional Florestan Fernandes(ENFF), criada a partir da iniciativa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra –MST – e de movimentos sociais e militantes políticos. O objetivo do artigo é identificar demaneira sucinta as motivações que levaram à criação da ENFF, como também descreveralguns dos principais aspectos do projeto pedagógico que orienta as práticas existentes, comênfase na proposta de participação de representantes de movimentos sociais de diversospaíses, o que caracterizaria o internacionalismo presente no seu constructo. A análise utilizadocumentos da Associação de Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes - AAENFF,entrevistas e matérias veiculadas no espaço público. A ENFF é objeto de estudo em diversostrabalhos acadêmicos, que descrevem o processo que levou à sua criação e o seufuncionamento, havendo pouco esforço voltado à compreensão do seu caráterinternacionalista, característica que ganhou grande relevância. Estudar a dimensãointernacionalista da proposta educacional da ENFF é, sobretudo, legitimar sua importânciaenquanto um espaço que se edifica para contribuir na formação daqueles que participam daconstrução de alternativas ao modelo dominante de sociedade e que, atuando em diferentesorganizações e países identificam-se como membros de uma cultura de resistência. Éimportante ressaltarmos que o presente artigo diz respeito a uma pesquisa ainda emandamento, que pretende verificar a construção de um modelo de ação internacionalista comoparte da visão política do MST, principal sujeito político envolvido na criação da ENFF.

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Publicado

2016-03-29

Como Citar

BAUER, C.; MORAES, C. ESCOLA NACIONAL FLORESTAN FERNANDES PRESENTE NA HISTÓRIA SOCIAL DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA. Poíesis Pedagógica, Goiânia, v. 13, n. 1, p. 107–125, 2016. DOI: 10.5216/rpp.v13i1.35978. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/poiesis/article/view/35978. Acesso em: 22 maio. 2022.