https://www.revistas.ufg.br/philosophos/issue/feed Philósophos - Revista de Filosofia 2019-08-22T01:57:51+00:00 Revista Philósophos revista.philosophos@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;"><em>Revista Philósophos </em>publicou seu primeiro exemplar em 1996. Desde então temos tido como objetivo publicar material bibliográfico inédito e argumentativo na área de filosofia e promover o debate filosófico. A publicação é semestral, sob a responsabilidade do <a href="http://pos-filosofia.filosofia.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Goiás</a>. Qualis Periódicos Capes: <strong>A2</strong>. Fator de impacto em 2015-16 de 3,6 segundo informações da InfoBase <span class="s1"><a href="http://index.com/">Index.com</a>.&nbsp;</span>Indexadores:&nbsp;<a href="http://www.philinfo.org/electronic.htm" target="_blank" rel="noopener">The Philosopher's Index</a>,&nbsp;<a href="http://harvesters.sfu.ca/demo/index.php/search/results?query=Phil%C3%B3sophos" target="_blank" rel="noopener">Open Archives Harvester</a>,&nbsp;<a href="http://www.ebscohost.com/" target="_blank" rel="noopener">EBSCOhost Online Research</a>,&nbsp;<a href="http://www.doaj.org/" target="_blank" rel="noopener">DOAJ</a>,&nbsp;<a title="ANPOF_revistas" href="http://www.anpof.org/portal/index.php/en/" target="_blank" rel="noopener">ANPOF_revistas</a>, <a title="Sherpa/Romeo" href="http://www.sherpa.ac.uk/romeo/search.php" target="_blank" rel="noopener">Sherpa/Romeo</a>, <a href="http://diadorim.ibict.br/handle/1/1139" target="_blank" rel="noopener">Diadorim</a>.&nbsp;</p> <p style="text-align: justify;">Atualmente a revista apenas recebe artigos de autores com título de <span style="text-decoration: underline;">doutor</span>.&nbsp;</p> https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/53792 WILLIAM JAMES E WHITEHEAD SOBRE O MITO DA LACUNA EXPLICATIVA 2019-08-15T17:01:48+00:00 Arthur Araujo aart037@gmail.com <p>O artigo apresenta uma releitura do problema da lacuna explicativa partindo do empirismo de William James e Alfred N. Whitehead. Segundo as respectivas noções de experiência e processo de James e Whitehead, o artigo procura mostrar que a lacuna explicativa é um mito filosófico na medida em que sustenta uma continuidade ontológica ao mesmo tempo conjugada com uma descontinuidade epistemológica entre mente e mundo ou mente e cérebro – em particular, como ilustração dessa incongruência entre continuidade e descontinuidade, o núcleo do artigo se concentra em torno da revisão do chamado problema dos <em>qualia</em>. Partindo do empirismo de James e Whitehead, e tendo em vista a noção de continuidade, o artigo indica uma alternativa ao déficit epistemológico da lacuna explicativa assim como à visão internalista de mente que ela inspira – a ideia de que a mente está enclausurada no cérebro. Como resultado final, o artigo indica a atualidade do empirismo de James e Whitehead em consonância com as crescentes abordagens não-internalistas de mente e cognição em termos de continuidade que as noções respectivas de James e Whitehead de experiência e processo sugerem.</p> 2019-08-12T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/48949 HOHFELD ON PRIVILEGES AND LIBERTIES 2019-08-22T01:57:51+00:00 Daniel Simão Nascimento danielsimaonascimento@gmail.com <p>Wesley Newcomb Hohfeld was an American jurist who published a series of articles between 1909 and 1917 that were very important for 20<sup>th</sup> century analytical philosophy of right. In these articles, Hohfeld analyzed how jurists and judges alike use the word ‘right’ to speak of the rights of groups and individuals. Since he presented his articles, it has been commonplace among ‘hohfeldian specialists’ to distinguish rights into four groups: privileges, or claims, powers and immunities. This paper has four sections. In section I, I present Hohfeld’s notion of privilege and point to a difficulty that has long been known by specialists, namely, that there are actually two significantly different legal relations that this notion is supposed to cover. In section II, I analyze and criticize the way (Wenar 2005) proposes we should define these two legal relations. In section III, I do the same with suggestion proposed by (Moritz 1960, 1073). In section IV, I present my own suggestion about how we should understand them.</p> 2019-08-13T10:35:21+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/49453 OLHAR, ESCUTA E VERDADE NO “ÉDIPO DE FOUCAULT” 2019-08-15T17:01:57+00:00 Fabiano Incerti fabiano.incerti@yahoo.com <p class="CorpoA">Em suas análises de Édipo-Rei, Michel Foucault recorda que a manifestação da verdade no interior da peça de Sófocles depende necessariamente de indivíduos que possam afirmar: eu vi com meus próprios olhos e eu escutei com meus próprios ouvidos. Do alto de seu poder autocrático, Édipo é aquele que tudo viu e tudo ouviu e por isso tudo sabe e tudo pode, mas vê-se ao final obrigado a se exilar, andando a esmo através do mundo na noite de sua cegueira. Partindo dos deuses e passando pelos reis e pelos escravos, é o desvelamento da verdade que o leva a furar os próprios olhos e, para sempre, abrir os ouvidos.</p> <p>&nbsp;</p> 2019-08-15T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/53412 POVO E GOVERNO: SOBRE A QUESTÃO DA PARTICIPAÇÃO POPULAR EM MAQUIAVEL 2019-08-15T21:49:24+00:00 José Luiz Ames profuni2000@yahoo.com.br <p class="PN-PARAGRAFONORMAL">A tradição interpretativa de Maquiavel reconhece a centralidade do <em>povo </em>como ator político. No entanto, sobre a função que desempenha existe um amplo espectro de interpretações. Em um extremo estão aquelas que o concebem como ente passivo, sem iniciativa política autônoma. No outro, as que lhe conferem um papel ativo no governo da cidade. Muito embora o próprio Maquiavel fale do povo como animado por um “desejo negativo”, disso não resulta uma passividade popular. Neste trabalho mostraremos que o povo é ator político ativo autônomo que atua na cena pública de dois modos principais. Uma forma extra-institucional exercida pelos tumultos por meio dos quais o povo luta <em>por</em> leis. E uma forma intra-institucional exercida por meio de estruturas legais e institucionais com os quais o povo age <em>com </em>as leis.</p> 2019-08-15T21:47:30+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52360 ATENÇÃO E DEMONSTRATIVOS: UMA RÉPLICA AO CONCEITUALISMO 2019-08-15T17:02:00+00:00 José Renato Salatiel jrsalatiel@hotmail.com <p>Objetiva-se no presente artigo criticar a estratégia demonstrativa dos filósofos conceitualistas da percepção, McDowell e Brewer, em resposta ao argumento da granulação fina do conteúdo da experiência. A análise baseia-se em estudos sobre o papel da atenção seletiva e dos conceitos demonstrativos na percepção visual. Levine (2010) e Pylyshyn (2003, 2007) argumentam que um sistema visual primário provê uma referência direta e rastreia objetos em um período de tempo. É fundamental que tal mecanismo seja cognitivamente opaco, e assim, não apele a conceitos de forma alguma. Se esta teoria estiver correta, então os conceitualistas falham ao responder ao argumento da granulação fina.</p> 2019-08-15T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/51110 PORQUE O PODER PRECISA DA GLÓRIA: UMA SINOPSE DA GENEALOGIA TEOLÓGICA DA ECONOMIA E DO GOVERNO DE GIORGIO AGAMBEN 2019-08-15T17:02:03+00:00 Joel Decothé Junior joeldecothe@yahoo.com.br <p>Com esta investigação genealógica do poder político no Ocidente, Giorgio Agamben formula em seu projeto <em>Homo sacer</em>, um programa de pesquisas centrado na questão da genealogia da governamentalidade. Assim, aportamos num estágio decisivo de suas escavações genealógicas, sobre as razões pelas quais o poder foi assumindo na vida ocidental o formato de uma <em>οικονομία</em>, ou seja, o exame do poder que foi operado pela via do agir administrativo das coisas e das vidas. Neste texto, temos a intencionalidade de traçarmos uma sinopse desta genealogia teológica da economia e do governo, e, retrocedermos com o filósofo italiano aos porões constitutivos da vida política, religiosa e cultural Ocidental. Logo, tendo em mente o fato de o poder ser substancialmente pautado pelo governo, temos uma implicação ético-política, que nos leva ao seguinte questionamento: por que o poder necessita da glória? Estamos diante de uma série de paradigmas que forjam o corpo e as categoriais centrais da política democrática na modernidade.</p> 2019-08-13T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/50935 POLÍTICA E DIÁLOGO: REFLEXÕES A PARTIR DE ERIC WEIL E HANNAH ARENDT 2019-08-15T17:02:05+00:00 JUDIKAEL CASTELO BRANCO judikael79@hotmail.com <p>O artigo aborda o diálogo como dimensão política da linguagem. Partimos do fato de que se, por um lado, a relevância do tema é confirmada pelas dificuldades dos debates políticos sobre os problemas comuns de convivência em comunidades multiculturais e plurirreligiosas, por outro, a filosofias de Weil e de Arendt contribuem para recolocar o diálogo como uma real condição de possibilidade para a ação política. Para isso, retornamos à abordagem do diálogo como virtude, em Weil, e como expressão e construção do mundo, em Arendt, para concluir com um convite, em meio a “tempos sombrios”, para a “coragem da razão”. </p> 2019-08-13T10:30:01+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/46132 A INTERSUBJETIVIDADE NO PENSAMENTO HUSSERLIANO TARDIO: A EXPERIÊNCIA DE EMPATIA E A COMUNIDADE DE MÔNADAS 2019-08-15T17:02:07+00:00 Juliana Missaggia jumissaggia@gmail.com <p>Nesse artigo analiso aspectos fundamentais da noção de intersubjetividade, desenvolvida no pensamento tardio de Edmund Husserl. Primeiramente, apresento o conceito de empatia (<em>Einfühlung</em>), demonstrando sua relação com o estabelecimento da esfera intersubjetiva. A seguir, investigo o papel desempenhado pela “comunidade de mônadas” e como ela remete à ideia de mundo objetivo. Tais noções são cruciais, conforme pretendo indicar, para afastar leituras bastante comuns, porém equivocadas, sobre o suposto caráter solipsista da fenomenologia husserliana.</p> 2019-08-13T10:34:37+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/50321 RECEPÇÃO DE FREUD NA FILOSOFIA DE HERBERT MARCUSE 2019-08-15T17:02:12+00:00 Rafael Cordeiro Silva rcsilva@ufu.br <p><span>O objetivo do artigo é explicitar as formas da apropriação marcuseana do pensamento de Freud. Está dividido em quatro tópicos que correspondem ao que sustento ser a relação de Marcuse com a psicanálise. Essa relação se dá a partir da seguinte articulação: 1) apresenta-se como a defesa intransigente da ortodoxia freudiana contra as pretensões revisionistas; 2) fornece os elementos para a teoria marcuseana da sociedade; 3) a psicanálise apresenta conceitos que permitem uma crítica da sociedade e de sua cultura; 4) é evocada para discutir ecologia e a defesa radical do meio ambiente. </span></p><p><span>Os tópicos 1 e 2 acima compõem o diálogo de Marcuse com Freud na década de 1950. O tópico 2 é específico de seu pensamento. O tópico 3 é desenvolvido em um texto datado de 1963. O único texto em que Marcuse vai a Freud para falar sobre a necessidade de uma política ecológica e radical está discutido na seção 4. A relação Freud e ecologia foi uma das últimas do autor e data de 1977. E essa associação de Freud com a ecologia reforça o caráter específico de seu pensamento em relação aos demais autores da Teoria Crítica.</span></p> 2019-08-14T19:17:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/52309 O TRÁGICO EM HÖLDERLIN: UMA LEITURA POÉTICA E FILOSÓFICA DAS OBSERVAÇÕES SOBRE ÉDIPO 2019-08-15T17:02:09+00:00 Solange Aparecida de Campos Costa solange@phb.uespi.br <p>Esse artigo examina como se define a questão do trágico para Hölderlin, importante poeta alemão do século XVIII. Em 1804, Hölderlin traduz e comenta as peças <em>Édipo-rei</em> e <em>Antígona</em> de Sófocles. Esse artigo se concentra na investigação sobre o trágico que Hölderlin empreende na terceira parte de suas <em>Observações sobre Édipo</em>, nela surgem elementos que são singulares no seu pensamento, como a cesura, a dupla infidelidade e o afastamento categórico do deus. Esses elementos permitem que Hölderlin trate o tema do trágico a partir de uma visão completamente nova para o seu tempo e que propiciou o surgimento de importantes reflexões posteriores na literatura e na filosofia. Duas são as questões principais que norteiam a argumentação neste artigo: a primeira se refere à acepção singular de Hölderlin sobre os paradoxos que comumente constituem o trágico, como o humano e o divino; a segunda, a análise da tarefa poética da modernidade como tarefa possível para toda e qualquer poesia.</p> 2019-08-14T19:06:02+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/41454 SIMPÓSIO: “FATOS E PROPOSIÇÕES” 2019-08-15T17:02:13+00:00 Marcos Silva marcossilvarj@gmail.com Tiago Magalhães tiagoomagalhaes@gmail.com <p>Symposium: Facts and Propositions</p><p>Author(s): F. P. Ramsey and G. E. Moore</p><p>Source: Proceedings of the Aristotelian Society, Supplementary Volumes, Vol. 7, Mind,</p><p>Objectivity and Fact (1927), pp. 153-206</p> 2019-08-14T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement##