Fios de memória na teia do esquecimento

Autores

  • Antonio Edmilson Paschoal Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, Paraná, Brasil, antonio, paschoal@yahoo.com.br

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v26i1.69246

Resumo

Este artigo toma como ponto de partida os significados conferidos por Friedrich Nietzsche aos conceitos de memória e de esquecimento, em associação com as ideias de perdão e de graça, com o objetivo de ampliar o horizonte interpretativo sobre o papel exercido por tais conceitos em alguns jogos políticos, como se verifica, por exemplo, na superação da Apartheid  na África do Sul, por um lado, e do Regime Militar instalado no Brasil em 1964, por outro. A hipótese de trabalho é que os modos como se estabelecem as relações entre aqueles conceitos, nesses casos, expressam diferentes formas de assimilação do passado que podem resultar tanto no fortalecimento quanto no declínio de uma comunidade.

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Biografia do Autor

Antonio Edmilson Paschoal, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, Paraná, Brasil, antonio, paschoal@yahoo.com.br

Antonio Edmilson Paschoal
possui graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1985), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1994) e doutorado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (1999) com pesquisa desenvolvida na Freie Universität-Berlin. Atualmente é professor titular do Departamento de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUCPR e pesquisador (PP) do CNPq nível 2. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Contemporânea e Ética, atuando principalmente em projetos como "Má consciência e ressentimento: velhas mazelas do subterrâneo do homem" e "Os limítes da razão na filosofia de Nietzsche" nos quais desenvolve estudos sobre aspectos da filosofia de Nietzsche em interface com o pensamento de Kant, Schelling, Schopenhauer e Foucault.

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Publicado

19-11-2021

Como Citar

Paschoal, A. E. (2021). Fios de memória na teia do esquecimento. Philósophos - Revista De Filosofia, 26(1). https://doi.org/10.5216/phi.v26i1.69246