NIETZSCHE: APOLO E O ESTADO PARA PROMOÇÃO DA CULTURA

  • Adriana Delbó Universidade Federal de Goiás (UFG)
Palavras-chave: Apolo, Estado, cultura, política.

Resumo

Os escritos de Nietzsche, contemporâneos a O nascimento da
tragédia
, esclarecem as preocupações do jovem filósofo com as condições políticas para uma verdadeira cultura. O par Apolo e Dionisio, opostos que se integram na religiosidade grega, como potências da natureza, resulta esteticamente na arte trágica, e politicamente em um Estado guerreiro. Assim Nietzsche atribui aos gregos a capacidade para a criação de cultura: arte, Estado e religião, unidos pela vontade artística da natureza, impulsionadora da vida de um povo.

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Biografia do Autor

Adriana Delbó, Universidade Federal de Goiás (UFG)
  Possui graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1997), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2000) e doutorado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Atualmente realiza seu pós-doutoramento na Universidade de São Paulo (2008). Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Política, Estética e Ética, atuando principalmente nos seguintes temas: conexões entre política, moral e estética em Friedrich Nietzsche; crítica ao Estado moderno; entrelaçamente entre moral e política; conexão entre Estado, arte, cultura e geração do gênio; vínculos entre Estado-ilusão-verdade; poder e política.
Publicado
06-09-2008
Como Citar
Delbó, A. (2008). NIETZSCHE: APOLO E O ESTADO PARA PROMOÇÃO DA CULTURA. Philósophos - Revista De Filosofia, 11(2), 185-213. https://doi.org/10.5216/phi.v11i2.4719
Seção
Artigos Originais