CONTEMPLAÇÃO DAS FORMAS E OS LIMITES DO CONHECIMENTO NO <em>FÉDON</em> E NO <em>BANQUETE</em>

  • Eliane Christina Souza Ufscar
Palavras-chave: conhecimento, formas, dialética, orfismo.

Resumo

O Fédon e o Banquete são diálogos nos quais a concepção platônica de filosofia não está dissociada de elementos órficos e de construções míticas. Eu proponho que os temas da pré-existência da alma da imortalidade da alma no Fédon e os mitos contados por Aristófanes e por Diotima no Banquete, examinados em conjunto, fornecem um rico material para a compreensão da natureza e dos limites do conhecimento e da filosofia em Platão. Sugiro ainda, frente a essa interpretação, uma leitura da "súbita visão do belo em si", em Banquete 210e, que leve em conta esses limites. Conhecimento será, a partir dessa leitura, uma busca dinâmica, muito mais do que intuição.

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Biografia do Autor

Eliane Christina Souza, Ufscar
Doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo, professora adjunta da Universidade Federal de São Carlos.
Publicado
12-01-2015
Como Citar
Souza, E. C. (2015). CONTEMPLAÇÃO DAS FORMAS E OS LIMITES DO CONHECIMENTO NO <em>FÉDON</em> E NO <em>BANQUETE</em&gt;. Philósophos - Revista De Filosofia, 19(2), 47-67. https://doi.org/10.5216/phi.v19i2.31970
Seção
Dossiê de Artigos Originais