SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO: SOJA [Glycine max (L.)] CONSORCIADA COM Brachiaria decumbens (STAPF)

Rodrigo Gomes Pereira, Abel Washingthon de Albuquerque, Rafael de Oliveira Souza, Alisson Douglas da Silva, João Paulo Araújo dos Santos, Emanuel da Silva Barros, Priscilla Vanúbia Queiroz de Medeiros

Resumo


Objetivou-se, com este trabalho, avaliar o efeito de diferentes sistemas de manejo do solo sobre os componentes de produção da soja cultivada solteira e em consórcio com B. decumbens, nos Tabuleiros Costeiros do Estado de Alagoas. Os tratamentos consistiram no cultivo da variedade de soja Monsoy 9350, nos sistemas preparo convencional do solo, cultivo mínimo e plantio direto. O delineamento experimental utilizado foi o em blocos casualizados, com parcelas subdivididas (com e sem B. decumbens), e quatro repetições. As variáveis analisadas foram: 1) cultura da soja: determinação dos estágios fenológicos, composição química das plantas, estande de plantas, diâmetro do colmo, altura de plantas, altura de inserção da primeira vagem, número de vagens por planta, número de grãos por vagem, número de grãos por planta, massa de 1.000 grãos e produtividade; e 2) B. decumbens: composição química das plantas, além do acúmulo de matéria seca, em cinco épocas de amostragens. Os sistemas de manejo do solo influenciaram o estande de plantas e a concentração de P, Cu, Fe e Zn, na soja, além do S, na Brachiaria decumbens. O sistema plantio direto apresentou maior produtividade de grãos e produção de fitomassa de B. decumbens, nas condições edafoclimáticas de Rio Largo (AL).

PALAVRAS-CHAVE: Plantio direto; integração lavoura-pecuária; cultivo mínimo.


Palavras-chave


Plantio direto; integração lavoura-pecuária; cultivo mínimo.

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