MÉTODOS DE ENXERTIA E AMBIENTES NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PESSEGUEIRO CV. ‘DIAMANTE’

  • Janaine Rodrigues Reis UNIPAM
  • Nilton Nagib Jorge Chalfun UFLA
  • Marcelo de Almeida Reis UFU
Palavras-chave: Prunus persica (L.), condições ambientais, propagação

Resumo

A qualidade da muda é fator essencial para o estabele-cimento de um pomar produtivo, capaz de produzir frutos de qualidade, mantendo a renda do produtor. O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito de diferentes ambientes e três métodos de enxertia, na produção de mudas de pessegueiro (Prunus persica (L.) Batsch). O trabalho foi conduzido no Setor de Fruticultura da Universidade Federal de Lavras (MG). O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 3x3 (três ambientes: estufa plástica, telado e campo aberto; e três tipos de enxertia: borbulhia em T normal, borbulhia em placa e garfagem de fenda cheia), com quatro repetições e 12 plantas por parcela. O porta-enxerto utilizado foi o pessegueiro ‘Okinawa’ e as borbulhias e garfos foram retirados da cultivar de pessegueiro ‘Diamante’. As características avaliadas foram pegamento da enxertia (%) e tempo para a muda atingir a primeira poda de formação (dias). Concluiu-se que a porcentagem média de pegamento dos três tipos de enxertias foi de 91,94%, independentemente do ambiente. Verificou-se que, nos três ambientes estudados, as mudas enxertadas por garfagem atingiram mais rápido a primeira poda de formação e que a enxertia de borbulhia em placa propiciou menor tempo para a primeira poda de formação em campo aberto e telado, quando comparada com a enxertia de borbulhia em T.

PALAVRAS-CHAVE: Prunus persica (L.); condições ambientais; propagação.

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Biografia do Autor

Janaine Rodrigues Reis, UNIPAM
Doutora em Fitotecnia pela UFLA. Atua nas áreas de Fruticultura e Olericultura.
Publicado
2010-05-14
Como Citar
REIS, J. R.; CHALFUN, N. N. J.; REIS, M. DE A. MÉTODOS DE ENXERTIA E AMBIENTES NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PESSEGUEIRO CV. ‘DIAMANTE’. Pesquisa Agropecuária Tropical (Agricultural Research in the Tropics), v. 40, n. 2, p. DOI: 10.5216/pat.v40i2.5302, 14 maio 2010.
Seção
Produção Vegetal