Aplicação de dejeto líquido de suínos e manejo do solo na sucessão aveia/milho

  • Marlo Adriano Bison Pinto Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
  • Cristiano Fabbris Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
  • Claudir José Basso Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
  • Antônio Luis Santi Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
  • Eduardo Girotto Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), Campus Ibirubá, Ibirubá, RS, Brasil.
Palavras-chave: Zea mays L., Avena strigosa Schreb, Avena sativa L.

Resumo

A produção de suínos no Sul do Brasil concentra-se em pequenas propriedades rurais, que buscam o aproveitamento dos resíduos como fonte de nutrientes às culturas agrícolas de interesse econômico. Este trabalho objetivou avaliar o uso de dejeto líquido de suínos, associado a manejos de solo, na sucessão aveia/milho. O experimento foi conduzido nos anos agrícolas 2009/2010 e 2010/2011, em Taquaruçu do Sul (RS). O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, em esquema fatorial, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram da interação de doses de dejeto líquido de suínos (sem dejeto, 20 m3 ha-1, 40 m3 ha-1 e 80 m3 ha-1) e adubação mineral, em três manejos de solo (plantio direto, escarificação e escarificação + gradagem). A aplicação de dejeto líquido de suínos na sucessão aveia/milho promoveu incrementos na produção de matéria seca e na produtividade de grãos. A dose de 80 m3 ha-1 apresentou resposta estatisticamente igual à adubação mineral recomendada para o milho. A interação entre a dose de 80 m3 ha-1 e a incorporação imediata do dejeto ao solo implicou na diminuição das perdas de N por volatilização de amônia, promovendo incremento significativo na produtividade de grãos de milho, quando cultivado em solo de textura argilosa.

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Biografia do Autor

Marlo Adriano Bison Pinto, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
Possiu curso Técnico em Agropecuária, pelo Colégio Agrícola de Frederico Westphalen, campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/CAFW), e atualmente acadêmico do 9º semestre do curso de agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Área de interresse: produção de forragens
Cristiano Fabbris, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2011), atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Agronomia: Agricultura e Ambiente.
Claudir José Basso, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (1996), Mestrado (1999) e Doutorado (2003) pela mesma Universidade na área de Ciência do Solo. Experiência de cinco anos e meio com agricultura na região do cerrado brasileiro com ênfase à produção de soja, milho e algodão. Atualmente atua como Professor Adjunto II na disciplina de Agricultura Especial i e II e Entomologia Agrícola no Departamento de Ciências Agronomicas e Ambientais da Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen, RS. Alem disso, é professor e oriendador do mestrado profissionalizante em Agricultura de Precisão na UFSM, e do Progrma de Pós Graduação em Agronomia, Agricultura e Ambiente (PPGAA-mestrado) campus de Frederico Westphalen.
Antônio Luis Santi, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro de Educação Superior Norte do Rio Grande do Sul, Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, Frederico Westphalen, RS, Brasil.
Graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM (2000), Mestre em Agronomia - Produção Vegetal, Manejo de Grandes Culturas - UFSM (2002) e Doutor em Ciência do Solo - Agricultura de Precisão - UFSM (2007). É professor Adjunto II da UFSM/CESNORS, ministrando as disciplinas: Uso, Manejo e Conservação do Solo; Agricultura de Precisão e Plantas de Lavoura. Pesquisador nas áreas de Agricultura de Precisão com ênfase no Manejo Georreferenciado de Culturas e atributos de Solo e manejo da cultura do feijoeiro. Professor orientador nos cursos de: Mestrado Profissionalizante em Agricultura de Precisão e no Mestrado em Agronomia, Agricultura e Ambiente.
Eduardo Girotto, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), Campus Ibirubá, Ibirubá, RS, Brasil.
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria(2005), graduação em Programa Especial de Graduação de Formação de Prof pela Universidade Federal de Santa Maria(2011), mestrado em Ciência do Solo pela Universidade Federal de Santa Maria(2007), doutorado em Ciência do Solo pela Universidade Federal de Santa Maria(2010) e pós-doutorado pela Universidade Federal de Santa Maria(2011). Atualmente é Revisor de periódico da Ciência Rural (UFSM. Impresso), Revisor de periódico da Revista Brasileira de Ciência do Solo (Impresso), Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Coordenador-Adjunto PRONATEC - Câmpus Ibirubá do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul e Membro de corpo editorial da Ciência Rural (UFSM. Impresso). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Ciência do Solo. Atuando principalmente nos seguintes temas:Dejeto Líquido de suínos, Metais pesados, Transferência de nutrientes.
Publicado
15-07-2014
Como Citar
PINTO, M. A. B.; FABBRIS, C.; BASSO, C. J.; SANTI, A. L.; GIROTTO, E. Aplicação de dejeto líquido de suínos e manejo do solo na sucessão aveia/milho. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 2, n. 1, p. 205-212, 15 jul. 2014.
Seção
Ciência do Solo