POTENCIALIDADE DE PLANTAS PARA REVEGETAÇÃO DE ESTÉREIS E REJEITO DA MINERAÇÃO DE FERRO DA MINA DE ALEGRIA, MARIANA-MG

Autores

  • Gilson Pereira Silva
  • Maurício Paulo Ferreira Fontes
  • Liovando Marciano da Costa
  • Victor Hugo Alvarez Venegas

Palavras-chave:

Revegetação de áreas mineradas, irrigação

Resumo

Foi conduzido, em casa de vegetação, um experimento para verificar a potencialidade de diversas plantas para a revegetação de áreas de mineração de ferro. Nesse sentido, procurou-se simular a condição de campo colocando-se camadas de estéreis da mina (solo, filito e rocha) sobre o rejeito da mineração para o cultivo das diversas plantas utilizadas. Testaram-se quatro espécies vegetais para recobrimento da pilha, duas freqüências de irrigação e avaliou-se a produção de matéria seca da parte aérea das plantas. As plantas apresentaram maior produção de matéria seca da parte aérea quando o substrato foi solo ou misturas nas quais o solo aparecia como componente. Dentre as plantas utilizadas, Brachiaria brizantha (brizantão) e Melinis minutiflora (capim-gordura) produziram maior quantidade de matéria seca da parte aérea do que Cajanus cajan (guandu) e Panicum maximum (capim-vencedor). A freqüência de irrigação afetou, de modo acentuado, o desenvolvimento das plantas, sendo o capimvencedor a espécie que teve menor variação de produção de matéria seca da parte aérea, sob redução na freqüência de irrigação.

PALAVRAS-CHAVE: Revegetação de áreas mineradas; irrigação.

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Biografia do Autor

Gilson Pereira Silva

Fesurv ? Universidade de Rio Verde, Caixa Postal 104, CEP 75901-970, Rio Verde, GO. E-mail: gilson@fesurv.br

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Publicado

24-10-2007

Como Citar

SILVA, G. P.; FONTES, M. P. F.; COSTA, L. M. da; VENEGAS, V. H. A. POTENCIALIDADE DE PLANTAS PARA REVEGETAÇÃO DE ESTÉREIS E REJEITO DA MINERAÇÃO DE FERRO DA MINA DE ALEGRIA, MARIANA-MG. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v. 36, n. 3, p. 165–172, 2007. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/pat/article/view/2038. Acesso em: 17 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigo Científico