OXITOCINA NO SÊMEN SUÍNO HETEROSPÉRMICO RESFRIADO A 15 oC

Autores

  • Luis David Solis Murgas
  • Márcio Gilberto Zangerônimo
  • Anna Graciela Oliveira Santos
  • Silvio Luiz de Oliveira

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da oxitocina sobre a qualidade do sêmen suíno heterospérmico diluído em BTS e armazenado a 15 °C. Foram utilizadas três misturas de dois ejaculados, coletados de quatro animais mestiços. As doses contendo o sêmen foram armazenadas em geladeira, em garrafas plásticas, sem oxitocina (T1) e outra com adição de oxitocina (T2) na concentração de 2,5 UI/ dose. Amostras de sêmen foram retiradas nos tempos zero, 24 e 48 horas para avaliações de fertilidade. Os valores médios encontrados para motilidade, vigor, percentagem de espermatozóides vivos e integridade de acrossoma foram respectivamente de 63,0%, 2,9, 90,0% e 98,0% no tempo 24 h e 55,0%, 2,7, 90,6% e 97,2% no tempo 48 h de armazenamento. E para o sêmen tratado com oxitocina (T2) os valores médios encontrados foram: 63,0%, 3,0, 90,7% e 97%,1 no tempo 24 h e 58,0%, 2,8, 88,6% e 97,1% no tempo 48 h. As análises estatísticas mostraram que houve diferenças significativas apenas para o vigor espermático, mas que a oxitocina pode ser utilizada como meio de aumentar a taxa de concepção dos animais. PALAVRAS-CHAVE: Inseminação artificial, suínos, sêmen heterospérmico.

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Publicado

25-10-2006

Como Citar

Murgas, L. D. S., Zangerônimo, M. G., Santos, A. G. O., & Oliveira, S. L. de. (2006). OXITOCINA NO SÊMEN SUÍNO HETEROSPÉRMICO RESFRIADO A 15 oC. Ciência Animal Brasileira, 3(2), 33–40. Recuperado de https://www.revistas.ufg.br/vet/article/view/287

Edição

Seção

Medicina Veterinária