AS PRÁTICAS DE MONITORIA COMO POSSIBILITADORAS DOS PROCESSOS DE AUTORREGULAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DISCENTES

Autores

  • Lourdes Maria Bragagnolo Frison Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
  • Márcia Amaral Corrêa de Moraes Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v8i2.14064

Resumo

Este estudo tem como objeto a prática da monitoria e os processos de autorregulação[1] da aprendizagem no Ensino Superior. Nesse sentido, compreende-se por monitoria uma estratégia de apoio ao ensino em que estudantes mais adiantados nos programas auxiliam na instrução de seus colegas. Com base em pesquisa realizada a partir da experiência de monitoria em uma instituição de ensino superior da rede privada, optou-se por realizar uma investigação focada no quanto as práticas de monitoria possibilitam a vivência de processos de autorregulação das aprendizagens discentes, auxiliando os alunos a se apropriarem da regulação do seu próprio processo de aprender numa perspectiva que transcende aos aspectos puramente conceituais. Conclui-se que a monitoria contribui para a aprendizagem, ao mesmo tempo em que prepara e forma professores — profissionais qualificados — para assumirem o ensino.

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Publicado

2011-04-27

Como Citar

FRISON, L. M. B.; MORAES, M. A. C. de. AS PRÁTICAS DE MONITORIA COMO POSSIBILITADORAS DOS PROCESSOS DE AUTORREGULAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DISCENTES. Poíesis Pedagógica, Goiânia, v. 8, n. 2, p. 144–158, 2011. DOI: 10.5216/rpp.v8i2.14064. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/poiesis/article/view/14064. Acesso em: 21 maio. 2022.

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