MASTITE BOVINA NA BACIA LEITEIRA DE GOIÂNIA

Autores

  • Maria Auxiliadora Andrade UFG
  • Francisco de Carvalho Dias Filho UFG
  • Roberval Rodrigues da Costa UFG

Resumo

Esta pesquisa foi realizada em seis municípios da bacia leiteira de Goiânia tendo sido examinadas 701 vacas lactantes, das quais 87 (12,41%) apresentaram mastite clínica e subclínica. Os testes CMT/Whiteside foram realizados em 2.717 amostras de leite, sendo que 393 (14,46%) resultaram positivas. Os microrganismos isolados das 701 lactoculturas foram: Staphilococcus aureus 172 (67,70%); Streptococcus spp. 38 (l4,96%); Corynebacterium spp. 42 (16 ,53%); Staphylococcu.s epidermides 38 (14 ,96%); Pseudomonas aeruginosa 21 (8,26%); Eschericheir coli 18 (7,08%); Serratia marceceus 12 (4,72%); Klebsiella spp 5 (1,96%); Proteus vulgaris 4 (1,57%); Candida spp 5 (1,96%); Candida spp 5 (1,96%) e em 23 (9,05%) não houve crescimento.

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Publicado

23-11-2007

Como Citar

ANDRADE, M. A.; DIAS FILHO, F. de C.; COSTA, R. R. da. MASTITE BOVINA NA BACIA LEITEIRA DE GOIÂNIA. Pesquisa Agropecuária Tropical, [S. l.], v. 14, n. 1, p. 69–78, 2007. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/pat/article/view/2460. Acesso em: 29 nov. 2021.

Edição

Seção

Artigo Científico