Plantas moluscicidas no controle dos caramujos transmissores da esquistossomíase, com ênfase na ação de taninos

Autores

  • Joana D'Arc Ximenes Alcanfor UFG
  • Pedro H. Ferri
  • Suzana C Santos
  • José Clecildo B. Bezerra

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpt.v30i2.15144

Resumo

Um dos alvos no controle da esquistossomíase é o controle dos moluscos, hospedeiros intermediários de Schistosoma spp, interrompendo assim o ciclo de vida do parasito e
prevenindo c ons e quente m ente a infecção humana. Várias espécies de vegetais são conhecidas por suas atividades moluscicidas, sendo, portanto, potencialmente úteis no
controle das esquistossomíases intestinal e urinária transmitidas por moluscos Biomphalaría, Buhnus e Oncomelama, respectivamente, nas diferentes regiões do mundo onde ocorrem.
Esses moluscos têm sido controlados com a aplicação de substâncias naturais e/ou sintéticas. Os moluscicidas sintéticos existentes são onerosos e podem ser tóxicos para outros organismos. Estudos laboratoriais com plantas moluscicidas têm demonstrado que as mesmas são ecologicamente viáveis e mais económicas. Parte do princípio ativo dos moluscicidas vegetais é atribuída aos taninos, fenóis vegetais estudados em ecologia química, porém pouco se conhece sobre o modo de ação desses compostos químicos, em relação aos caramujos.

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Publicado

2011-07-28

Como Citar

ALCANFOR, J. D. X.; FERRI, P. H.; SANTOS, S. C.; BEZERRA, J. C. B. Plantas moluscicidas no controle dos caramujos transmissores da esquistossomíase, com ênfase na ação de taninos. Revista de Patologia Tropical / Journal of Tropical Pathology, Goiânia, v. 30, n. 2, p. 167–176, 2011. DOI: 10.5216/rpt.v30i2.15144. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/iptsp/article/view/15144. Acesso em: 28 maio. 2022.

Edição

Seção

ATUALIZAÇÃO / UP TO DATE