Última guerra ou a guerra para fazer o mundo seguro para a democracia

violência e direito em Hannah Arendt

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v26i2.68282

Resumo

Parafraseada no título deste texto está uma nota feita por Hannah Arendt em agosto de 1952. Depois de ler Nomos da Terra de Carl Schmitt, Arendt tenta confrontar a ideia de Schmitt de uma guerra justa. No texto, busco reconstruir as leituras de Arendt de diferentes textos de filosofia política dentro do contexto de seu pensamento sobre a relação entre violência e poder, força e lei. A recusa de Arendt em aceitar a existência de uma violência que pode “conquistar” a liberdade e “criar” o direito e a democracia, contradiz a grande tradição dos seguidores de Marx, aos quais Arendt sem dúvida pertence: A violência revolucionária é algo possível? Se sim, como? Por fim, violência como resistência à injustiça traz justiça?

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Biografia do Autor

Petar Bojanic, University of Belgrade, Serbia, Social Ontology and applied philosophy, bojanicp@gmail.com

Pesquisador sênior do "Centre for Modern Thought" da University of Aberdeen (Escócia), bem como do Institute of Philosophy and Social Theory, Belgrado. Depois de ter concluído o seu doutoramento, "The War (last) and the Institution of Philosophy", sob a orientação de Jacques Derrida e Etienne Balibar, leccionou na Universidade de Cornell (EUA), Aberdeen (Reino Unido) e na Universidade de Belgrado ( Sr).

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Publicado

2021-11-04

Como Citar

BOJANIC, P. Última guerra ou a guerra para fazer o mundo seguro para a democracia: violência e direito em Hannah Arendt. História Revista, Goiânia, v. 26, n. 2, p. 184–197, 2021. DOI: 10.5216/hr.v26i2.68282. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/historia/article/view/68282. Acesso em: 29 maio. 2022.

Edição

Seção

Dossiê "Cultura e barbárie: o mundo em tempos extremos"