Entre a cidade imaginária e a cidade sensível

breve análise da imaginação museal no Distrito Federal e identidades silenciadas

Autores

  • Karolline Santos Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugal, karolpach@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v25i3.66200

Resumo

O presente artigo visa compreender a relação da memória performatizada em museus para a construção de pertencimentos e identidades no contexto do Distrito Federal e em que medida o discurso heroico da conquista do sertão e o silenciamento sistemático das memórias dos construtores de Brasília - os chamados candangos como eram conhecidos os trabalhadores da construção civil - tanto de seu mérito como das agruras decorrentes da migração e fixação no Planalto Central, não só reflete como produz ainda hoje a marginalização de moradores de cidades periféricas ao perímetro planejado de Brasília. Sabendo que a mediação cultural exercida por estes espaços não é apenas reflexo ou produto, mas também produtora de sentidos outros, compreendo o direito à memória como caminho para a conscientização e fundamento de uma ação-reflexão.

Palavras-chave: Museus, Distrito Federal, Brasília.

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Biografia do Autor

Karolline Santos, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugal, karolpach@gmail.com

Doutoranda em Museologia pela cátedra UNESCO Educação, Cidadania e Diversidade Cultural na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa). 

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Publicado

28-12-2020

Como Citar

Santos, K. (2020). Entre a cidade imaginária e a cidade sensível: breve análise da imaginação museal no Distrito Federal e identidades silenciadas. História Revista, 25(3), 167–190. https://doi.org/10.5216/hr.v25i3.66200