Estrutura e funcionalidade de famílias de adolescentes em tratamento hemodialítico

Autores

  • Araceli Moreira de Martini Hospital Municipal de Urgência e Emergência em São Luís - MA
  • Francisca Georgina Macêdo de Sousa Universidade Federal do Maranhão
  • Anna Paula Ferrario Gonçalves Universidade Federal do Maranhão
  • Maria Lucia Holanda Lopes Universidade Federal do Maranhão, Hospital Universitário

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v9i2.7163

Palavras-chave:

Adolescente, Doença Crônica, Insuficiência renal crônica, Composição familiar, Enfermagem Pediátrica.

Resumo

Estudo descritivo exploratório com abordagem quantitativa com objetivo de avaliar e classificar a funcionalidade das famílias de adolescentes renais crônicos em tratamento hemodialítico e identificar as características do APGAR preditoras de risco funcional. O estudo foi realizado nos Centros de Tratamento Hemodialitico da capital maranhense no período de março a maio de 2004. Participaram do estudo 12 adolescentes em tratamento hemodialítico e familiar acompanhante totalizando 24 sujeitos. Foram utilizados dois tipos de questionários: o APGAR e outro relativo ao perfil familiar. Os resultados evidenciaram que a maioria das famílias dos adolescentes renais crônicos era disfuncional do tipo leve. As características funcionais mais comprometidas foram desenvolvimento e participação, enquanto que resolutividade, afetividade e adaptação foram apontadas como satisfatórias. A maior parte foi classificada como nuclear incompleta, composta por três a cinco membros e com filhos em sua maioria adolescentes. A aplicação do APGAR possibilitou ao adolescente avaliar sua família quanto a aspectos do funcionamento familiar, e permitiu à enfermagem conhecer a estrutura e identificar disfunções nas famílias destes indivíduos.

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Publicado

07-09-2009

Como Citar

1.
Martini AM de, Sousa FGM de, Gonçalves APF, Lopes MLH. Estrutura e funcionalidade de famílias de adolescentes em tratamento hemodialítico. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 7º de setembro de 2009 [citado 26º de janeiro de 2022];9(2). Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/7163

Edição

Seção

Artigo Original