Resiliência, capacidade funcional e apoio social de pessoas com sequelas de acidente vascular encefálico

Autores

  • Raquel Janyne de Lima Auditoria de Contas da Marinha do Brasil. João Pessoa (PB), Brasil. raqueljanine@hotmail.com https://orcid.org/0000-0003-4514-4510
  • Cleane Rosa Ribeiro da Silva Universidade Federal da Paraíba (UFPB). João Pessoa (PB), Brasil. cleane_rosas@hotmail.com http://orcid.org/0000-0002-0475-2950
  • Tatiana Ferreira da Costa Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Vitória de Santo Antão (PE), Brasil. tatxianaferreira@hotmail.com http://orcid.org/0000-0002-6448-4302
  • Kaisy Martins de Albuquerque Madruga Universidade Federal da Paraíba (UFPB). João Pessoa (PB), Brasil. kaisyjp@hotmail.com http://orcid.org/0000-0003-3276-1675
  • Cláudia Jeane Lopes Pimenta Universidade Federal da Paraíba (UFPB). João Pessoa (PB), Brasil. claudinhajeane8@hotmail.com http://orcid.org/0000-0002-1458-8226
  • Kátia Neyla de Freitas Macedo Costa Universidade Federal da Paraíba (UFPB). João Pessoa (PB), Brasil. katianeyla@yahoo.com.br http://orcid.org/0000-0003-2054-6943

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v22.59542

Palavras-chave:

Enfermagem, Acidente Vascular Cerebral, Atividades Cotidianas, Apoio Social, Resiliência Psicológica, Reabilitação

Resumo

Objetivo: Investigar a relação entre a resiliência, a capacidade funcional e o apoio social de pessoas com sequelas de acidente vascular encefálico. Método: Estudo transversal, realizado com 108 indivíduos com sequelas de acidente vascular encefálico, cadastrados em Unidades de Saúde da Família, do município de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Os instrumentos utilizados foram: Escala de Resiliência, Índice de Barthel e Escala de Apoio Social. Para análise, utilizou-se estatística descritiva e inferencial. Resultados: Houve maior frequência do sexo feminino (57,4%), 60 anos ou mais (59,2%), com companheiro (47,2%) e cuidador (76,6%). Os participantes apresentaram mais frequentemente o nível de resiliência moderada (64,8%), dependência funcional (93,6%) para realização das atividades diárias e médio apoio social (48,2%). Foi verificado que quanto maior a capacidade funcional e o apoio social, maior a resiliência. Conclusão: A capacidade funcional e o apoio social são preditores da resiliência de pessoas com sequelas de acidente vascular encefálico.

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Publicado

05-10-2020

Como Citar

1.
Lima RJ de, Silva CRR da, Costa TF da, Madruga KM de A, Pimenta CJL, Costa KN de FM. Resiliência, capacidade funcional e apoio social de pessoas com sequelas de acidente vascular encefálico. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 5º de outubro de 2020 [citado 18º de janeiro de 2022];22. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/59542

Edição

Seção

Artigo Original