INFLUÊNCIA DO CICLO MENSTRUAL NOS PARÂMETROS NEUROMUSCULARES

Autores

  • Gislaine Cristina Souza Universidade Federal de Lavras - UFLA
  • Franciele Pereira Santos Universidade Federal de Lavras - UFLA
  • Poliana Costa Lima Universidade Federal de Lavras - UFLA
  • Cintia Campolina Duarte Rocha da Silva Faculdade Presbiteriana Gammon - FAGAMMON
  • Sandro Fernandes da Silva Universidade Federal de Lavras - UFLA

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v18i1.31391

Palavras-chave:

Ciclo Menstrual, Atividade Eletromiográfica, Força Muscular.

Resumo

Nosso objetivo foi verificar possíveis alterações provocadas pelas fases do ciclo menstrual (CM) na produção de força e na atividade eletromiográfica (EMG) dos músculos reto femoral – RF, vasto medial – VM e vasto lateral – VL. Participaram nove mulheres saudáveis que não faziam uso de contraceptivos e possuíam o CM regular. Testes de contração voluntária isométrica máxima (CVIMs) e EMG foram realizados durante as três fases do ciclo. Observou-se uma diferença significativa na CVIM dos músculos analisados na 3ª fase do CM, em relação a 1ª e a 2ª fase. O músculo VL, quando comparado ao RF e ao VM apresentou-se com maior ativação EMG. Em conclusão, a fase lútea apresentou maior produção de força e o VL foi o músculo mais ativado em todas as fases.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Gislaine Cristina Souza, Universidade Federal de Lavras - UFLA

Graduanda em Educação Física Bacharelado pela Universidade Federal de Lavras - UFLA (2010-2014), bolsista de iniciação cientifica CNPQ, participando do Grupo de Estudo e Pesquisa em Respostas Neuromusculares (GEPREN) e atuando também no projeto de extensão Cria Lavras, na iniciação de atletas em atletismo.

Franciele Pereira Santos, Universidade Federal de Lavras - UFLA

Graduanda matriculada no 9º Período do curso de Educação Física na Universidade Federal de Lavras. Participação no Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica da UFLA (PIVIC- Vigência setembro/2012 a agosto/2013). Pesquisadora  no Grupo de Estudo e Pesquisa em Respostas Neuromusculares (GEPREN). Área de estudo: Mulheres, Atividade Física, Ciclo Menstrual e Eletromiografia.

Poliana Costa Lima, Universidade Federal de Lavras - UFLA

Graduanda em Educação Física e Esportes na Universidade Federal de Lavras - UFLA (2010-2014). Atualmente, é bolsista em Iniciação Científica (PIBIC), pela FAPEMIG, e membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Repostas Neuromusculares (GEPREN).

Cintia Campolina Duarte Rocha da Silva, Faculdade Presbiteriana Gammon - FAGAMMON

Possui graduação em Licenciatura / Bacharelado em Educação Física pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (2003). Mestrado Profissionalizante e Doutorado em Ciencias de la Actividade Fisica y del Deporte na Universidad de León- España . Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase Fisiologia do Exercício e Populações Especiais. Investigadora no Grupo de Estudo e Pesquisa em Respostas Neuromusculares (GEPREN). Atualmente é professora na Faculdade Presbiteriana Gammon - FAGAMMON.

Sandro Fernandes da Silva, Universidade Federal de Lavras - UFLA

Graduação em Educaçao Física pela Universidade Santa Cecilia (1995), Especialização em Natação pela Faculdade de Educação Física de Santo André (FEFISA), Especialização em Treinamento Esportivo Pela Centro Universitario Metropolitanos Unidos (UNIFMU), e Doutorado em Ciencias de La Actividad Física y Del Deporte - Universidad de Leon (2006), validado no Brasil na USP na Área de Biodinâmica do Movimento Humano. Professor Adjunto Nivel III no Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Lavras. Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em Fisiologia do Esforço, atuando principalmente nos seguintes temas: Respostas Neuromusculares, Limiares Metabólicos e Treinamento Desportivo.

Downloads

Publicado

2015-03-31

Como Citar

SOUZA, G. C.; SANTOS, F. P.; LIMA, P. C.; DUARTE ROCHA DA SILVA, C. C.; DA SILVA, S. F. INFLUÊNCIA DO CICLO MENSTRUAL NOS PARÂMETROS NEUROMUSCULARES. Pensar a Prática, Goiânia, v. 18, n. 1, 2015. DOI: 10.5216/rpp.v18i1.31391. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/fef/article/view/31391. Acesso em: 28 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais