As potências emergentes nos espaços multilaterais de negociação de hegemonia do Atlântico Norte: a questão energética e as patentes farmacêuticas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/sec.v23i.59702

Resumo

A agenda internacional se tornou um espaço chave para o desenvolvimento da política mundial, constituindo um âmbito dinâmico, onde uma crescente quantidade de temáticas tem adquirido caráter de “interesse global”. A falta de uma hierarquia clara entre as numerosas questões tem feito com que o desenho da
agenda internacional dependa dos atores envolvidos no processo. Nesse cenário, o presente artigo tem por objetivo analisar o rol das potências emergentes nos espaços multilaterais de negociação internacional levando em consideração dois temas da agenda global: energia e patentes farmacêuticas. O objetivo é reconhecer se ditas potências têm se transformado em reforçadoras ou questionadoras dos espaços multilaterais de negociação da hegemonia do Atlântico Norte.

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Biografia do Autor

Clarisa Giaccaglia, Universidad Nacional de Rosario, Rosario, Santa Fe, Argentina

Doctora en Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (UNR), Argentina. Investigadora adjunta del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). Docente-investigadora de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales (UNR).

María Noel Dussort, Universidad Nacional de Rosario, Rosario, Santa Fe, Argentina

Doctora en Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (UNR). Becaria posdoctoral del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). Docente de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la UNR. 

 

 

 

 

Publicado

19-05-2020

Como Citar

Giaccaglia, C., & Dussort, M. N. (2020). As potências emergentes nos espaços multilaterais de negociação de hegemonia do Atlântico Norte: a questão energética e as patentes farmacêuticas. Sociedade E Cultura, 23. https://doi.org/10.5216/sec.v23i.59702

Edição

Seção

Dossiê: Os poderes emergentes e a ordem mundial contemporânea