GEOGRAFIA E A LITERATURA BRASILEIRA: percepção da paisagem nas obras de ‘O Cortiço’ e ‘Sertão sem Fim’

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/er.v20i1.53385

Resumo

Este artigo pretende, por meio da análise da categoria geográfica paisagem, identificar nas obras ‘O Cortiço’, de Aluísio Azevedo (1997) e ‘Sertão sem Fim’, de Bariani Ortêncio (2000), a percepção paisagística existente. Considerar a escala tempo-espaço, o ponto de vista do observador e suas condições biológicas e psicológicas, aspectos culturais e interesse pessoal, é indispensável para este estudo. A percepção de uma paisagem aponta para a construção de parâmetros que revelam os arranjos naturais, construídos e interagidos contidos em uma porção do espaço. Neste contexto, é importante atentar para a dinâmica socioespacial que envolve os aspectos físicos visíveis e invisíveis, implícitos e explícitos, de acordo com a subjetividade geográfica do olhar dirigido às paisagens. A metodologia utilizada envolve pesquisa bibliográfica acerca do tema proposto e autores correlacionados.

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Publicado

30-09-2018

Como Citar

DE MELO, M. P.; LIMA, J. D. GEOGRAFIA E A LITERATURA BRASILEIRA: percepção da paisagem nas obras de ‘O Cortiço’ e ‘Sertão sem Fim’. Espaço em Revista, [S. l.], v. 20, n. 1, 2018. DOI: 10.5216/er.v20i1.53385. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/espaco/article/view/53385. Acesso em: 24 out. 2021.

Edição

Seção

ARTIGOS/ARTICLES