EDUCAÇÃO ESPECIAL NO RIO GRANDE DO SUL: demanda de atendimento por diagnóstico

Autores

  • Alexandre Dido Balbinot

DOI:

https://doi.org/10.5216/er.v18i2.45102

Resumo

Este estudo objetivou analisar a demanda da educação especial no Rio Grande do Sul por categoria diagnóstica que caracterizou a matrícula no ano de 2015.  Método: Trata-se de um estudo do tipo ecológico que foi baseado em conjunto de dados censitários de 2015. A coleta de dados ocorreu durante o mês de agosto de 2016. Empregou-se análise descritiva e de frequência, além de análise inferencial foi composta pelo teste de Mann-Whitney e o teste de Kruskal-Wallis. O nível de significância empregado foi de p<0,05. Resultados: Observou-se diferença estatisticamente significativa (p<0,001) na distribuição da quantidade de matrículas entre as diferentes categorias diagnósticas; na distribuição das matrículas para os diferentes territórios abordados (p=0,002); e, diferença na distribuição das matrículas para as diferentes modalidades de atendimento disponibilizada (p=0,017). Conclusão: A educação especial no Rio Grande do Sul ainda passa por uma transição de seu modelo de atendimento, de um modelo em classes exclusivamente especializadas, para classes comuns do ensino regular. A distribuição das diferentes características é diferente quando se compara percentuais entre as modalidades. Ainda ficou evidente que a característica de maior relevância foi “Deficiência Intelectual”.

Biografia do Autor

Alexandre Dido Balbinot

Alexandre Dido Balbinot – Mestre em Saúde Coletiva (UNISINOS), Especialista em Saúde Coletiva com ênfase em Saúde Mental Coletiva (RIS/ESP/HPSP), Especialista em Avaliação e Prescrição de Treinamento Físico Personalizado com ênfase em Rendimento e Saúde Coletiva (ESEF/UFRGS), Graduado em Educação Física (UNISINOS), Professor Especialista do Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado (CMAEEL) de Cachoeirinha/RS.

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Publicado

04-07-2017

Como Citar

BALBINOT, A. D. EDUCAÇÃO ESPECIAL NO RIO GRANDE DO SUL: demanda de atendimento por diagnóstico. Espaço em Revista, [S. l.], v. 18, n. 2, 2017. DOI: 10.5216/er.v18i2.45102. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/espaco/article/view/45102. Acesso em: 27 nov. 2021.

Edição

Seção

ARTIGOS/ARTICLES

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