Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci <p>A Comunicação &amp; Informação abrange várias temáticas, como mídia e processos culturais, cidadania, informação, novas tecnologias, poder e sociedade, estudos interdisciplinares, comunicação e divulgação científica, além de novas tendências da pesquisa em Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Cinema, Audiovisual, Ciência da Informação e Gestão da Informação. Para mais informações, acesse <a href="https://www.revistas.ufg.br/ci/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre a revista</a>.<br>- ISSN: 1415-5842<br>- Ano de criação: 1998<br>- Qualis: A4<br>- Revista vinculada ao <a href="https://ppgcom.fic.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-graduação em Comunicação da Faculdade de Informação e Comunicação da UFG</a>.<br>- <a href="https://www.revistas.ufg.br/ci/about/contact" target="_blank" rel="noopener">Contato</a></p> pt-BR <p><span>Os autores dos trabalhos publicados na revista <strong><em><span>Comunicação e Informação</span></em></strong> retêm os direitos autorais sem restrições e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultâneo licenciado sob a </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/" target="_blank">Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial</a></span> <span>que permite o compartilhamento do trabalho </span>para fins não comerciai<span>s com reconhecimento da autoria e o </span><span>privilégio de publicação primeiramente por esta </span><span>revista</span><span>. </span><span>Caso o texto venha a ser publicado posteriormente em outro veículo, solicita-se aos autores informar que o mesmo foi originalmente publicado como artigo na revista Perspectiva, bem como citar as referências bibliográficas completas dessa publicação.</span></p><p><span>Os direitos autorais dos artigos pertencem aos autores e o conteúdo dos artigos assinados é de responsabilidade exclusiva dos autores.</span></p><p><span>A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com o intuito de manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores.</span></p><p><span>A revista também se reserva o direito de traduzir o artigo, no todo ou em parte, para o inglês ou para o português, dependendo do idioma em que o artigo tenha sido escrito originalmente.</span></p><div class="yj6qo ajU"><div id=":1io" class="ajR" data-tooltip="Mostrar conteúdo cortado"><img class="ajT" src="https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif" alt="" /></div></div> revistacomunicainforma@gmail.com (Lara Satler) keyladefaria@gmail.com (Keyla de Faria) sex, 03 abr 2020 00:00:00 -0300 OJS 3.1.2.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Contaminações https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/64850 Lara Lima Satler, Douglas Farias Cordeiro Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/64850 qui, 20 ago 2020 00:00:00 -0300 Impactos da legislação eleitoral sobre a comunicação política e a decisão de voto https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/56208 <p>Propôs-se discutir os impactos da legislação eleitoral sobre o HGPE. Tomando como base um estudo de caso sobre as eleições municipais de 2016 em Goiânia, tentou-se verificar se as alterações feitas nas regras eleitorais a partir de 2006, com o intuito de coibir o abuso do poder econômico e a manipulação da preferência eleitoral, também têm dificultado a comunicação política. Para tanto, usou-se uma associação de metodologias qualitativas e quantitativas: entrevista em profundidade com pesquisadores acadêmicos, profissionais de campanha eleitoral e o próprio eleitor; além de análise de conteúdo das propagandas eleitorais de televisão, utilizando as categoria analítica das fases das campanhas de Ferraz (2004) e a metodologia para identificar as estratégias de comunicação política de Figueiredo et al. (2000). Ao final, concluiu-se que as mudanças na legislação eleitoral de 2016 impactaram os partidos políticos e os candidatos, mas muito pouco o eleitor.</p> Luiz Carlos Carmo Fernandes Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/56208 dom, 29 mar 2020 00:00:00 -0300 Potencialidades e limites do fact-checking no combate à desinformação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/57839 <p>A disseminação de informações falsas nos mais diversos níveis impõe desafios ao jornalismo profissional. O presente artigo discute potencialidades e limites dessa prática no combate à desinformação a partir de uma análise crítica da metodologia de checagem adotada pela Agência Lupa. Para isso, toma-se como base pesquisa bibliográfica acerca da contextualização histórica do <em>fact-checking </em>a partir de Graves (2016) e dos conceitos de verdade e objetividade propostos, respectivamente, por Tambosi (2007) e Sponholz (2009). Conclui-se que a prática apresenta potencialidades por corrigir informações enganosas e pela proposta de transparência em relação aos métodos utilizados, mas também encontra limites relacionados às dificuldades inerentes à complexidade da tarefa que se propõe a assumir.</p> Carlos Roberto Praxedes dos Santos, Camila Maurer Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/57839 dom, 29 mar 2020 00:00:00 -0300 Dicionários brasileiros de comunicação: https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/57218 <p>Este artigo aborda o tema da popularização da ciência, propondo-se a discuti-la na área da comunicação. Para tanto, mapeia a produção de dicionários brasileiros na área, visando conhecer a elaboração e formas de acesso a essas obras. Apresentamos uma revisão conceitual, distinguindo as expressões vulgarização científica, divulgação da ciência, alfabetização científica e, finalmente, popularização da ciência. Reflete também a respeito dos locais institucionalizados de discussão e compartilhamento do conhecimento científico em Comunicação, como as associações de pesquisadores. Neste sentido, promove um debate desses entendimentos à luz do mapeamento dos dicionários brasileiros em comunicação, indagando que tipo de contribuição promovem para a popularização da ciência. Verificamos que as obras mapeadas, instrumentos relevantes para o ensino acadêmico e a formação profissional, mostram-se pouco acessíveis, na maioria das vezes somente à venda. Esse cenário caracteriza-se muito mais pela divulgação desse conhecimento em detrimento da popularização da ciência, conforme explicam os autores consultados.</p> Patricia Milano Persigo, Daiane Scheid, Jones Machado, Mariana Juliani Portal Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/57218 qua, 01 abr 2020 12:41:26 -0300 O Dream Team do Passinho https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/61414 <p>Com a facilidade de propagação de conteúdos através das redes sociais digitais, muitas produções populares são lançadas diariamente por meio de páginas e canais específicos. Esses ao despertar o olhar das instâncias midiáticas e mercadológicas são apropriados e, ao mesmo tempo, lhes são atribuídos outras intenções ou sentidos.&nbsp; Desse modo, o presente artigo visa identificar se há uma interferência significativa das intenções mercadológicas e midiáticas nos canais mantidos no <em>YouTube</em> pelo Dream Team do Passinho? Para isso, utilizou-se da observação encoberta não participante, ou seja, não há por parte do pesquisador qualquer ação de proximidade, juntamente com o mapeamento de dois canais mantidos pelo Dream Team do Passinho no <em>YouTube</em>. A partir dessa estrutura, chegou-se a números expressivos que diferenciam um canal do outro, apontando para uma interferência significativa na intensidade da visibilidade adquirida pelo grupo no momento em que são entremeadas intenções mercadológicas e midiáticas. As quais são responsáveis por ampliar a dinâmica de estabelecimento de relações sociais e midiáticas, atribuindo ao grupo sentidos antes não existentes como, por exemplo, a celebrização.</p> Darciele Marques Menezes, Sandra Rubia Silva Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/61414 qua, 01 abr 2020 00:00:00 -0300 Análise gramatical de etiquetas em sites colaborativos: estudo de caso Flickr https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/55331 <p lang="pt-BR">A grande produção de documentos na internet já é realidade. Grande parte deles são disponibilizados pelos mesmos usuários que os consomem. A classificação em massa de documentos por especialistas da informação tornou-se impossível. Para tentar resolver esse problema surge as etiquetas sociais em sistemas colaborativos. Os usuários seriam responsáveis por classificarem seus próprios documentos.</p> <p lang="pt-BR">Os usuários, em sua grande maioria, não dispõem de conhecimentos suficientes para indexação e recuperação correta de documentos. Surge então o problema de documentos que são indexados erroneamente pelos usuários. Estudos tentam avaliar a utilidade dos sistemas colaborativos e se os usuários possuem consciência da importância da classificação correta de documentos.</p> <p lang="pt-BR">Esse trabalho tem como objetivo fazer um estudo de caso da rede colaborativa Flickr. Foram analisados padrões de etiquetas tais como análise de gênero e número, uso de termos compostos, repetição e ausência de etiquetas nos documentos. Por meio dessa análise foram traçados padrões de comportamento dos usuários e como eles fazem uso etiquetas. Usou se os padrões do NISO para análise de etiquetas e as classificações de Cañada para análise de usuários.</p> <p lang="pt-BR">Os resultados encontrados mostram que, apesar de houverem problemas no sistema colaborativo, tanto nas etiquetas quanto nos usuários, eles ainda funcionam como sistemas de indexação e recuperação de informação de documentos produzidos pelos próprios usuários.</p> Guilherme Francis Noronha, Manoel Palhares Moreira Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/55331 qua, 01 abr 2020 15:30:10 -0300 Das apresentações públicas às redes sociais: https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/49959 <p class="Standard">Apresenta como temática central as mídias inseridas no contexto da divulgação científica. Elabora-se um painel atual, no cenário brasileiro, de programas televisivos, radiofônicos, editorias de jornais, revistas, seções de sites e possibilidade digitais emergentes na difusão de informações científicas. Objetiva-se discutir os tipos de mídias consolidados e emergentes que se ocupam da divulgação científica, realçando a mudança do paradigma informativo para o dialógico proporcionado pelas mídias on-line. Investigam-se veículos e produtos que apresentam ciência, tecnologia e inovação à população em geral. Problematiza as redes sociais na produção, emissão e socialização de informações científicas.</p> Marina Muniz Mendes, João de Melo Maricato Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/49959 sex, 03 abr 2020 20:57:38 -0300 Reflexões éticas sobre as Tecnologias Reprodutivas https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/51883 <p>As Tecnologias Reprodutivas levantaram uma série de questões concernentes ao lugar social da mulher e da instituição familiar. Em uma cultura marcada por dinâmicas narcísicas e atravessada pelo que Lacan chamou de discurso capitalista – que apresenta o consumo como alternativa na busca da completude – as tecnologias reprodutivas apresenta tanto um potencial subversivo de emancipação feminina e de reestruturação da família em bases mais alteritária, como um poderoso instrumento de conformação dos corpos femininos às expectativas sociais impostas às mulheres. Nesse sentido, observa-se uma invasão da ciência não só na normalização e normatização da família, mas em sua própria formação. O presente estudo busca chamar a atenção para a complexidade do assunto, que envolve também aspectos éticos, culturais e questões de gênero. Conclui-se que as Novas Técnicas de Reprodução Humana podem vir a servir ao discurso capitalista e à cultura narcísica, mas abre espaço também para a possibilidade de um giro no sentido que se atribui culturalmente à infertilidade e à família. Nesse ponto, a ciência introduz, através de suas tecnologias, a fagulha de uma revolução no sentido que Lacan trata em seu seminário “Mais, Ainda”.</p> Carla Henrique Gomes, Daniela Scheinkman Chatelard Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/51883 seg, 06 abr 2020 16:54:38 -0300 A comunicação interna na perspectiva dos servidores públicos: https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/54893 <p>Analisa os processos de comunicação interna da Diretoria de Administração de Pessoal da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Escolhida por ser a instituição de ensino superior mais antiga e com o maior número de estudantes, professores e pesquisadores do estado. Utilizou-se como métodos de pesquisa a revisão bibliográfico-documental e a aplicação de questionário com os servidores. O estudo se apresenta como um diagnóstico dos processos comunicacionais no ambiente de trabalho e contribui nos estudos da comunicação interna pública, ainda escassos. A pesquisa identificou como os trabalhadores enxergam a comunicação, os fluxos, as lacunas e as consequências na organização.</p> Adriano Charles Silva Cruz, Jeferson Bruno Silva Aguiar Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/54893 ter, 07 abr 2020 00:00:00 -0300 Mídias, mudanças e contradições no mundo do trabalho: https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/47735 <p>Este artigo aborda o mote publicitário da “Felicidade”, construído pela marca global Coca-Cola e sua apropriação local, em função da demissão de trabalhadores do setor de transportes da Sorocaba Refrescos, representante da Coca-Cola na cidade de Sorocaba, SP. O trabalho, amparado pelo conceito de globalização, busca compreender, através da análise de cartazes, um informativo e um vídeo, como a imagem da Felicidade, criada com fins publicitários, extrapolou sua relação com o produto para ser apropriada por um discurso que expõe a relação patrão / empregados e que converte o viés estético em parâmetro ético.</p> Míriam Cristina Carlos Silva, Paulo Celso da Silva Copyright (c) 2020 Comunicação & Informação https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/47735 qui, 09 abr 2020 22:07:51 -0300