https://www.revistas.ufg.br/ci/issue/feed Comunicação & Informação 2018-12-07T19:39:38+00:00 Lara Satler revistacomunicainforma@gmail.com Open Journal Systems <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> <div style="text-align: justify;">Comunicação &amp; Informação é uma publicação, em fluxo contínuo, do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Faculdade de Informação e Comunicação, da Universidade Federal de Goiás.&nbsp;Criada em 1998, como um novo espaço de divulgação da produção científica nacional e internacional nas áreas de Comunicação e Ciência da Informação. A revista foi avaliada com Qualis B2 (avaliação de 2016).</div> <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/55933 Editorial 2018-12-06T12:02:02+00:00 Eduardo Portanova Barros eduardoportanova@hotmail.com 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/50371 Produções cinematográficas e o adventismo: uma análise dos conflitos e aproximações a partir da Revista Adventista 2018-12-06T12:02:02+00:00 Rodrigo Follis rodrigo@follis.com.br Victor Sotero victor.sootero@hotmail.com <p>O presente artigo analisa a abordagem da <em>Revista Adventista</em> quanto ao consumo e produção de filmes. Foram verificadas as termologias filmografia, cinematografia, documentário, curta-metragem, longa metragem e filme dentro do periódico. As mais de 1.000 menções catalogadas foram distribuídas em duas tabelas, a primeira (quantitativa) dividiu as citações encontradas por década e a segunda (qualitativa) abordou como as diferentes passagens se encaixaram em grupos de inferência. Os dois esquemas passaram por observação, exame e estudo analítico. O objetivo foi explorar o desenvolvimento do pensamento quanto a produções cinematográficas dentro da principal revista dessa denominação religiosa. Essa apuração pretende construir a relação do adventismo com os filmes dentro do histórico de publicações do periódico, ao acentuar os processos de construção do pensamento frente ao tema ao longo dos anos. A investigação se deu a partir de um estudo documental baseado na pesquisa metodológica de Appolinário (2009), Bardin (2011), Follis (2017) e Jorge; Barros (2009).</p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/44195 Função mediadora do espaço físico na comunicação face a face em organizações 2018-12-06T12:02:02+00:00 Ana Maria Dantas de Maio anamaio@uol.com.br <p>Este artigo busca problematizar um dos elementos contextuais presentes na comunicação face a face: o espaço físico. O objetivo é relacionar o espaço físico e seu potencial efeito constrangedor à interação face a face no âmbito organizacional. A pesquisa bibliográfica fundamenta o conhecimento teórico, ilustrado por experiências corporativas. A discussão incorpora as noções de espaços vividos e espaços mediados pela mídia – relevantes para atores da comunicação organizacional que atuam em ambientes peculiares, como Pantanal e Amazônia. O estudo revela que a área física, por si, é incapaz de explicar situações de constrangimento.</p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/45353 Indignação e brio: o discurso sobre a improdutividade do trabalhador brasileiro na Folha de S. Paulo 2018-12-07T19:39:38+00:00 Erike Luiz Vieira Feitosa erikfeitosa@gmail.com Angela Maria Rubel Fanini rubel@utfpr.edu.br <p>Este artigo consiste em uma análise dialógica do discurso (ADD) que se volta para a construção discursiva sobre a improdutividade do trabalhador brasileiro presente em editorial publicado pela <em>Folha de S. Paulo</em> no mês de abril de 2014. O texto “Brasil improdutivo” recupera enunciações da revista britânica <em>The Economist </em>– que, por sua vez, constrói discursivamente os brasileiros como “gloriosamente improdutivos”. Obliterando vozes dissonantes, o jornal defende as premissas macroeconômicas da ideologia neoliberal e se contrapõe a medidas heterodoxas (keynesianas) que até então eram sustentadas pelos governos petistas. Posicionando-se a favor do capital, a publicação brasileira não apenas assume, mas intensifica a crítica estrangeira, reforçando a utilização do estereótipo cultural, de longa duração, que remete à imagem do brasileiro ocioso. No que diz respeito às noções de produtividade e trabalho, a análise identifica uma compreensão ideologicamente orientada para a lógica da acumulação de riquezas para poucos à custa da exploração de muitos. Quando se diz, então, que o trabalhador brasileiro ou que o Brasil é improdutivo, faz-se alusão à ideia de que ambos (país e trabalhador) deveriam produzir mais, gerar mais lucro. Tal denúncia é importante, haja vista que esses enunciados não se restringem às páginas opinativas dos jornais, mas permanecem em circulação, influenciando ideologias cristalizadas e também práticas do cotidiano, interferindo na constituição de uma consciência de si dos brasileiros, bem como na imagem que os outros (o mundo) têm deles (de nós).  <strong></strong></p><p><strong>Palavras-chave</strong>: Neoliberalismo e keynesianismo. Trabalhador brasileiro. Trabalhador improdutivo. Análise dialógica de discursos jornalísticos.</p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/53697 Interlocuções entre o procedimento de tradução de Boaventura de Sousa Santos e os preceitos de letramento informacional em saúde 2018-12-06T12:02:03+00:00 Juliana Moreira Pinto juliemor@uol.com.br Ligia Maria Moreira Dumont dumont@eci.ufmg.br <p>Os efeitos do baixo letramento informacional de grande parte de pacientes da área da saúde têm recebido atenção crescente, tanto por parte dos pesquisadores da saúde como das agências governamentais, devido à causa direta com os resultados de reduzida adesão aos tratamentos, agravamento das doenças e elevação dos custos com a saúde. O objetivo do artigo é demonstrar como os fundamentos teóricos do trabalho de tradução propostos por Boaventura de Sousa Santos podem contribuir com a interlocução entre os profissionais envolvidos com os cuidados da saúde e os pacientes, com vistas à promoção da competência informacional em saúde dos indivíduos. Destaca como referencial o sentido dado à palavra tradução por Boaventura de Sousa Santos, que a define como procedimento que permite criar inteligibilidade recíproca entre as experiências do mundo, tanto as disponíveis como as possíveis. Compara-se o trabalho de tradução às práticas de mediação da informação, que objetivam permitir a apropriação da informação que satisfaça plena ou parcialmente as necessidades informacionais dos atores sociais. Tendo em vista que os indivíduos fazem parte de um contexto social, agindo sobre o mesmo e sofrendo interferências deste espaço, a tradução pode auxiliar no desenvolvimento das práticas informacionais que se articulam em comunidades de diferentes naturezas profissionais, éticas, religiosas, políticas.</p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/50105 Representação Visual Gastronômica: Interpretação Aplicando Semiótica Peirceana 2018-12-06T12:02:03+00:00 Maria Ogécia Drigo maria.ogecia@gmail.com Rafael Falconi Candiotto rafalconi@gmail.com <p>Este artigo, cujo tema contempla a interface mídia e gastronomia, objetiva explicitar o potencial de uma representação visual gastronômica de aguçar os sentidos do intérprete. Para tanto, apresentamos reflexões sobre gastronomia, enquanto linguagem, e sobre midiatização, tratamos também de aspectos da gastronomia contemporânea e analisamos, na perspectiva da semiótica peirceana, uma representação visual, selecionada no livro <em>Essential Cuisine- Bras: Laguiole, Aubrac, France</em>, de 2003, do <em>chef</em> Michel Bras. A relevância deste artigo está na possibilidade de refletir sobre a relação entre comunicação e linguagem, com foco na gastronomia, bem como por aplicar uma metodologia de análise advinda da semiótica peirceana.</p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/54005 O comportamento do usuário no processo de difusão de Fake News: reflexões sobre o processo de comunicação nas plataformas digitais 2018-12-06T12:02:03+00:00 Angelo Sastre angelosastre@gmail.com Juliano Maurício de Carvalho juliano.mauricio@unesp.br <p><span style="font-size: medium;"><span lang="PT">A comunicação, conforme observado por Maffesoli (2003), é uma ferramenta de “</span><span lang="SV">religa</span><span lang="PT">ção” entre os indivíduos e o elemento que funciona como um “cimento social” ao unir pessoas, interesses e crenças. Nesse sentindo, o presente artigo busca discutir sobre como o comportamento do usuário, refletindo esse processo de identificação com o grupo por meio das novas tecnologias, pode interferir na difusão da </span><em><span>fake news</span></em><span lang="PT">. Dessa forma, observamos que a cultura das mídias sociais fortalece a construção de mitos e gera referências sociais que distorcem o processo de comunicação em torno de um mecanismo de (in)formação com base em padrõ</span><span lang="FR">es pr</span><span lang="PT">é-estabelecidos. Assim, ampliamos a reflexão por meio do conceito do “além-homem”, de Nietzsche (2005a), e o Mito de Superman, Eco (2004), já </span><span lang="ES-TRAD">que </span><span lang="PT">é necessário fugir dos “</span><span lang="IT">filtros</span><span lang="PT">” </span><span lang="IT">tecnol</span><span lang="PT">ógicos, estéticos e sociais para evitar as “ilusões” </span><span lang="FR">constru</span><span lang="PT">ídas e compartilhadas, até de forma ingênua, por meio das redes construídas nas diferentes plataformas de comunicação digital.<span>     </span></span></span></p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/50137 Dos “Fundamentos Científicos” à “Teoria da Comunicação”: uma controvérsia epistemológica nas origens da Área 2018-12-06T12:02:03+00:00 Luís Mauro Sá Martino lmsamartino@gmail.com <p>Este texto delineia aspectos da formação das Teorias da Comunicação no Brasil, tal como apresentadas na bibliografia publicada entre 1969 e 1986. Em perspectiva genealógica, observam-se as condições de produção do discurso teórico sobre Comunicação e suas especificidades. O exame dos livros sugere que: (a) a “teoria da comunicação”, como campo de estudos, foi criada por demandas institucionais, não epistemológicas; (b) os conceitos de “comunicação” utilizados eram oriundos de diversas áreas, da Biologia à Filosofia, sem intersecção entre elas; (c) o diálogo era com pesquisas e autores estrangeiros, quase sem referências cruzadas entre autores nacionais.  Esses pontos são discutidos contra o pano de fundo do debate epistemológico contemporâneo sobre a Área.</p> 2018-12-06T12:01:17+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/47039 Imagicidades telejornalísticas 2018-12-06T12:02:03+00:00 Carlos Fernando Franco profcarlosfranco@uft.edu.br <p>O presente ensaio trata da questão da imagem como ferramenta informativa e de constituição de enunciações jornalísticas. Categoriza as naturezas imagéticas mais comuns encontradas nas narrativas jornalísticas. Discute a relação hierarquizada entre imagem e texto. Observa os usos comuns desta forma de expressão na contemporaneidade com relação às novas mídias, percebendo criação de retóricas levianas de foco convergente a determinados grupos. Reflete sobre o caráter universal da imagem e seu uso mais ético e seguro na constituição de enunciações telejornalísticas.</p> 2018-12-06T12:01:18+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/40554 A produção do ódio em tempos de guerra: as (re)construções midiáticas da distribuição dos afetos 2018-12-06T12:02:03+00:00 Luiz Alberto de Farias lafarias@usp.br Bárbara Miano barbara.miano11@gmail.com O presente artigo busca evidenciar a (re) produção midiática do ódio em tempos de guerra, sobretudo, quando é utilizada para a regulação dos afetos e construção da desigualdade. O estudo justifica-se, pois é comum que os estudos da comunicação direcionem seus esforços mais às produções discursivas finais do que ao processo de construção da violência. Tal decurso parte do pressuposto que o fazer da desigualdade pela mídia esconde-se nas entrelinhas e, na maioria das vezes, reside mais no que é escondido do que no que é revelado, ou seja, está no abafamento e não na garantia de voz. Para tanto, faz-se necessária uma revisão bibliográfica de autores da antropologia, assim como Judith Butler, Maria Claudia Coelho, Veena entre outros. Por fim, admite-se também a necessidade de uma análise de dois discursos sobre a segunda guerra mundial, o primeiro proferido pelo ex-primeiro ministro britânico Winston Churchill e o segundo pelo ex-fuhrer Adolf Hitler. Elabora-se a consideração de que, embora desafiador, o estudo colabora com as pesquisas em comunicação a partir do momento em que volta o seu olhar para o processo de construção midiática das precariedades. 2018-12-06T12:01:18+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/53373 Goiânia Mil Grau: dialogismo, heterodiscurso e carnavalização nos memes de internet 2018-12-06T12:02:03+00:00 Luiz Felipe Fernandes Neves lffernandes08@gmail.com Ricardo Pavan pavan.ufg@gmail.com Este trabalho articula reflexões teóricas dos atuais estudos da Comunicação com categorias balizadoras do pensamento do russo Mikhail Bakhtin (2002, 2010, 2011, 2015, 2016). Para isso, é analisado um fenômeno contemporâneo típico da chamada cibercultura: os memes de internet, constituídos por mensagens bem-humoradas e de estética amadora que circulam em sites de redes sociais e comunidades virtuais. Procura-se evidenciar, nesse tipo de mensagem, a essência de conceitos como dialogismo, heterodiscurso e carnavalização. Como proposta de operacionalização teórico-metodológica, é apresentada a análise de um vídeo paródico publicado na página de humor Goiânia Mil Grau, que abriga elementos discursivos que atuam na construção de sentidos sobre o que é ser goiano e goianiense. 2018-12-06T12:01:18+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/52742 Jornalismo hiperlocal e internet: a comunicação hiperlocal cidadã como possibilidade na arena pública 2018-12-06T12:02:03+00:00 Antonio Francisco Magnoni afmagnoni@gmail.com Giovani Vieira Miranda contato@giovanimiranda.com <p>O presente texto sugere uma discussão sobre as reconfigurações pelas quais passa o campo do jornalismo a partir da inserção de tecnologias móveis e ubíquas e, mais especificamente, as mídias locativas e suas funções e serviços no dia-dia dos cidadão. As análises servirão de preâmbulo para a discussão sobre o novo cenário hiperlocal no qual está inserido o processo de construção do jornalismo com direção para novos panoramas no meio digital e suas implicações em nível local. Para tanto, também será debatida a aproximação do jornalismo hiperlocal como arena pública; levando em consideração a ambiência da inclusividade, não-coerção e reciprocidade que dão potencial para a promoção de um espaço de debate entre múltiplas vozes da sociedade, sobre os mais diferentes assuntos; considerando um fluxo de informação que propicie a consolidação das opiniões públicas e o incentivo ao debate público em nível local.</p> 2018-12-06T12:01:18+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://www.revistas.ufg.br/ci/article/view/53491 Economia colaborativa: novos modelos de negócio viabilizados pela comunicação digital 2018-12-06T12:02:03+00:00 Myrian Luisa Cipriano myrian_@live.com Monica Franchi Carniello monica.franchi@anhanguera.com <p class="Refernciabibliogrfica">A Economia Colaborativa é um conceito que foi potencializado com a tecnologia digital. O objetivo geral do artigo foi compreender a estrutura dos modelos de negócio de empresas que operam em ambiente digital, pautadas no conceito de economia colaborativa. Foram analisados os aplicativos Airbnb, BlaBlaCar, Couchsurfing e Uber, caracterizando uma pesquisa de base documental, em sua primeira fase. Uma segunda fase é caracterizada por pesquisa de campo, com aplicação de entrevistas em profundidade com profissionais que atuam com novos modelos de negócio em ambiente digital, selecionados a partir de amostra por julgamento. Verificou-se que  nem todos os aplicativos analisados de fato são pautados no conceito de economia colaborativa.</p> 2018-12-06T12:01:18+00:00 ##submission.copyrightStatement##