Visualidades https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL <p>A Revista Visualidades aborda temas relativos à cultura, arte, visualidades e educação. Para mais informações, acesse <a href="https://www.revistas.ufg.br/VISUAL/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre a revista</a>.<br>- ISSN: 2317-6784<br>- Ano de criação: 2003<br>- Qualis: A2<br>- Revista vinculada ao <a href="https://culturavisual.fav.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da UFG</a>.<br>- <a href="https://www.revistas.ufg.br/VISUAL/about/contact" target="_blank" rel="noopener">Contato</a></p> Universidade Federal de Goiás pt-BR Visualidades 2317-6784 <p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license"><img style="border-width: 0;" src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br>Este obra está licenciado com uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license">Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional</a>.</p> <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" rel="noopener">Licença Creative Commons Attribution 4.0</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>c. Autores têm permissão para publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) após a publicação inicial nesta revista, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> <p>Foram feitos todos os esforços para identificar e creditar os detentores de direitos sobre as imagens publicadas. Se tem direitos sobre alguma destas imagens e não foi corretamente identificado, por favor, entre em contato com a revista Visualidades e publicaremos a correção num dos próximos números.</p> Editorial https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/63055 <p>A Revista Visualidades teve seu surgimento marcado por um projeto com objetivo muito claro: a consolidação, no Brasil, de uma publicação que apostaria em incentivar reflexões em que os meandros socioculturais e as expressões de visualidades estivessem conectadas. Assim, com o passar dos anos e dos artigos publicados, a direção tomada primou por tecer uma variedade de relações artísticas, culturais e visuais que se tornam possíveis entres as variadas dimensões das experiências, dos objetos e das expressões humanas em suas invenções, criatividades e visualidades. (...)</p> Copyright (c) 2020-04-22 2020-04-22 18 3 3 Arte contra Verdade https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/59833 <p>Este artigo defende a arte como uma atividade/conhecimento pautado no reconhecimento de sua ficção, no acolhimento e valorização da experiência e da vida cotidiana e na abertura para a particularidade e intersubjetividade. Neste sentido, a arte é vista em sua contribuição potencial à epistemologia. Essa contribuição é desdobrada a partir do embate das qualidades da arte em relação à noção Moderna de Verdade, representada pela elaboração cartesiana. Conclui-se que a arte pode abrir caminhos para epistemologias mais aptas a lidar democraticamente com as diferenças.</p> Rita Helena Sousa Ferreira Gomes Copyright (c) 2020 Visualidades http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-22 2020-04-22 18 23 23 10.5216/vis.v18.59833 Como os jovens se relacionam com o conhecimento artístico dentro e fora da escola? https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/51782 <p>Neste artigo apresenta-se um estudo de caso de como dois jovens que colocaram em prática conhecimentos artísticos para produzir cultura visual, dentro e fora da escola.&nbsp;Esta análise é contrastada e ampliada com os resultados extraídos de um questionário passado a 786 jovens entre os 14 e os 18 anos, em Espanha, que os indagou sobre a sua actividade como produtores de cultura visual em ambos os ambientes. Entre as primeiras conclusões, destaca-se que os saberes não puramente escolares têm grande importância nas produções visuais dos jovens e o valor formativo que têm os espaços não-escolares para esses jovens.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Revisão textual<br></strong></p> <p>Vanessa Freitag</p> María Reyes González Vida Idoia Marcellán Baraze Amaia Arriaga Copyright (c) 2020 Visualidades http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-05-13 2020-05-13 18 24 24 10.5216/vis.v18.51782 Manifestações do informe https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/58761 <p>Neste artigo, analisamos como, em termos visuais, os significados articulados pelo informe, verbete publicado por Georges Bataille na revista <em>Documents</em>, são determinados por uma operação que dilacera a forma, ao mesmo tempo que a mantém no limite da integridade. Nesse sentido, investigaremos como a nuvem e a mancha, nas obras de Hans Bellmer e Nobuyoshi Araki, contrapõem-se à noção de pureza do corte fotográfico defendida por Philippe Dubois, no instante em que percebemos, a partir do conceito de heterologia, de Georges Bataille, como elas tornam-se um espaço de contaminação, onde o baixo e o elevado alternam-se a ponto de eliminarem as fronteiras entre o sujeito e o mundo, o ser humano e a natureza.&nbsp;</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> Alexandre Rodrigues da Costa Copyright (c) 2020 Visualidades http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-05-29 2020-05-29 18 24 24 10.5216/vis.v18.58761 Dispositivo de Emergência https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/55319 <p>Este é um registro de investigação em torno do processo criativo do Dispositivo de Emergência. Uma grande e confortável almofada vermelha no meio do caminho contém ideias que transgridem certas normas do convívio e cria novos roteiros no cotidiano, permitindo, mais do que representar a vida, refazê-la. Através de narrativa artográfica suscitamos histórias e imagens, destacando os tangenciamentos deste trabalho com a arte relacional e <em>site-specific</em>, compreendendo em seu caráter questionador a possibilidade de despertar acontecimentos pedagógicos.</p> Luana Andrade Luciana Borre Copyright (c) 2020 Visualidades http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-06-22 2020-06-22 18 25 25 10.5216/vis.v18.55319 Imagens de referência e sua potência pedagógica no ensino de Artes Visuais https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/53629 <p>O presente texto é um recorte da minha pesquisa de mestrado, desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Arte – PPG-ARTE, da Universidade de Brasília – UnB.&nbsp; O artigo trata sobre o conceito de imagens de referência, o qual está relacionado às imagens mais importantes e significativas dos/as estudantes que circulam em suas mídias sociais e que, de algum modo, produzem sentidos e influências em suas vidas cotidianas. A discussão realizada aqui é a respeito da formulação do conceito, bem como de sua potência pedagógica, para o processo de ensino/aprendizagem em Artes Visuais, tendo como bases teóricas as concepções da Cultura Visual e da Educação da Cultural Visual.</p> Lucas Pacheco Brum Copyright (c) 2020 Visualidades http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-06-24 2020-06-24 18 19 19 10.5216/vis.v18.53629 Jardim de dentro, jardim de fora https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/60220 <p>Ainda me lembro quando minha professora de História da Arte abordou as expressões artísticas populares na sala de aula. Foi na universidade onde, pela primeira vez, reconsiderei meu olhar sobre a arte popular e o artesanato brasileiro. Até então, concebia-os como um campo muito diferente, particular e sem muita relação com o artístico. Por isso, meu olhar pensava o artesanato como uma prática não-artística, como objetos repetitivos e desvinculados do pensar. Um tipo de produção cultural que era feita por mãos não acadêmicas, não “eruditas”. Consequentemente, não era arte, e sim, manualidades. Conceitos (ou preconceitos) que, ainda hoje, permeiam a literatura especializada quando o tema é arte e artesanato. (...)</p> Vanessa Freitag Copyright (c) 2020 Visualidades http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-23 2020-04-23 18 15 15