https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/issue/feedVisualidades2020-06-24T15:32:23-03:00Equipe editorialrevistavisualidades@gmail.comOpen Journal Systems<p>A Revista Visualidades aborda temas relativos à cultura, arte, visualidades e educação. Para mais informações, acesse <a href="https://www.revistas.ufg.br/VISUAL/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre a revista</a>.<br>- ISSN: 2317-6784<br>- Ano de criação: 2003<br>- Qualis: A2<br>- Revista vinculada ao <a href="https://culturavisual.fav.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da UFG</a>.<br>- <a href="https://www.revistas.ufg.br/VISUAL/about/contact" target="_blank" rel="noopener">Contato</a></p>https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/63055Editorial2020-04-22T19:12:56-03:00glaucoart@ufg.brprofalice2fm@ufg.brcatiaana@ufg.br<p>A Revista Visualidades teve seu surgimento marcado por um projeto com objetivo muito claro: a consolidação, no Brasil, de uma publicação que apostaria em incentivar reflexões em que os meandros socioculturais e as expressões de visualidades estivessem conectadas. Assim, com o passar dos anos e dos artigos publicados, a direção tomada primou por tecer uma variedade de relações artísticas, culturais e visuais que se tornam possíveis entres as variadas dimensões das experiências, dos objetos e das expressões humanas em suas invenções, criatividades e visualidades. (...)</p>2020-04-22T00:00:00-03:00Copyright (c) https://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/59833Arte contra Verdade2020-04-22T19:09:51-03:00Rita Helena Sousa Ferreira Gomesritahelenagomes@gmail.com<p>Este artigo defende a arte como uma atividade/conhecimento pautado no reconhecimento de sua ficção, no acolhimento e valorização da experiência e da vida cotidiana e na abertura para a particularidade e intersubjetividade. Neste sentido, a arte é vista em sua contribuição potencial à epistemologia. Essa contribuição é desdobrada a partir do embate das qualidades da arte em relação à noção Moderna de Verdade, representada pela elaboração cartesiana. Conclui-se que a arte pode abrir caminhos para epistemologias mais aptas a lidar democraticamente com as diferenças.</p>2020-04-22T19:09:45-03:00Copyright (c) 2020 Visualidadeshttps://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/51782Como os jovens se relacionam com o conhecimento artístico dentro e fora da escola?2020-05-14T16:56:37-03:00María Reyes González Vidamrgv@ugr.esIdoia Marcellán Barazeidoia.marcellan@ehu.eusAmaia Arriagaamaia.arriaga@unavarra.es<p>Neste artigo apresenta-se um estudo de caso de como dois jovens que colocaram em prática conhecimentos artísticos para produzir cultura visual, dentro e fora da escola. Esta análise é contrastada e ampliada com os resultados extraídos de um questionário passado a 786 jovens entre os 14 e os 18 anos, em Espanha, que os indagou sobre a sua actividade como produtores de cultura visual em ambos os ambientes. Entre as primeiras conclusões, destaca-se que os saberes não puramente escolares têm grande importância nas produções visuais dos jovens e o valor formativo que têm os espaços não-escolares para esses jovens.</p> <p> </p> <p><strong>Revisão textual<br></strong></p> <p>Vanessa Freitag</p>2020-05-13T12:46:43-03:00Copyright (c) 2020 Visualidadeshttps://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/58761Manifestações do informe2020-05-29T11:34:10-03:00Alexandre Rodrigues da Costarodriguescosta@hotmail.com<p>Neste artigo, analisamos como, em termos visuais, os significados articulados pelo informe, verbete publicado por Georges Bataille na revista <em>Documents</em>, são determinados por uma operação que dilacera a forma, ao mesmo tempo que a mantém no limite da integridade. Nesse sentido, investigaremos como a nuvem e a mancha, nas obras de Hans Bellmer e Nobuyoshi Araki, contrapõem-se à noção de pureza do corte fotográfico defendida por Philippe Dubois, no instante em que percebemos, a partir do conceito de heterologia, de Georges Bataille, como elas tornam-se um espaço de contaminação, onde o baixo e o elevado alternam-se a ponto de eliminarem as fronteiras entre o sujeito e o mundo, o ser humano e a natureza. </p> <p><strong> </strong></p>2020-05-29T11:34:09-03:00Copyright (c) 2020 Visualidadeshttps://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/55319Dispositivo de Emergência2020-06-22T14:50:11-03:00Luana Andradelucianaborre@yahoo.com.brLuciana Borrelucianaborre@yahoo.com.br<p>Este é um registro de investigação em torno do processo criativo do Dispositivo de Emergência. Uma grande e confortável almofada vermelha no meio do caminho contém ideias que transgridem certas normas do convívio e cria novos roteiros no cotidiano, permitindo, mais do que representar a vida, refazê-la. Através de narrativa artográfica suscitamos histórias e imagens, destacando os tangenciamentos deste trabalho com a arte relacional e <em>site-specific</em>, compreendendo em seu caráter questionador a possibilidade de despertar acontecimentos pedagógicos.</p>2020-06-22T14:50:11-03:00Copyright (c) 2020 Visualidadeshttps://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/53629Imagens de referência e sua potência pedagógica no ensino de Artes Visuais2020-06-24T15:32:23-03:00Lucas Pacheco Brumlukaspachecobrum@yahoo.com<p>O presente texto é um recorte da minha pesquisa de mestrado, desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Arte – PPG-ARTE, da Universidade de Brasília – UnB. O artigo trata sobre o conceito de imagens de referência, o qual está relacionado às imagens mais importantes e significativas dos/as estudantes que circulam em suas mídias sociais e que, de algum modo, produzem sentidos e influências em suas vidas cotidianas. A discussão realizada aqui é a respeito da formulação do conceito, bem como de sua potência pedagógica, para o processo de ensino/aprendizagem em Artes Visuais, tendo como bases teóricas as concepções da Cultura Visual e da Educação da Cultural Visual.</p>2020-06-24T15:31:30-03:00Copyright (c) 2020 Visualidadeshttps://www.revistas.ufg.br:443/VISUAL/article/view/60220Jardim de dentro, jardim de fora2020-04-23T19:52:54-03:00Vanessa FreitagFreitag.vane@gmail.com<p>Ainda me lembro quando minha professora de História da Arte abordou as expressões artísticas populares na sala de aula. Foi na universidade onde, pela primeira vez, reconsiderei meu olhar sobre a arte popular e o artesanato brasileiro. Até então, concebia-os como um campo muito diferente, particular e sem muita relação com o artístico. Por isso, meu olhar pensava o artesanato como uma prática não-artística, como objetos repetitivos e desvinculados do pensar. Um tipo de produção cultural que era feita por mãos não acadêmicas, não “eruditas”. Consequentemente, não era arte, e sim, manualidades. Conceitos (ou preconceitos) que, ainda hoje, permeiam a literatura especializada quando o tema é arte e artesanato. (...)</p>2020-04-23T19:52:49-03:00Copyright (c) 2020 Visualidades