Manifestações do informe

a nuvem e a mancha como disruptura do visível nas obras de Hans Bellmer e Nobuyoshi Araki

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/vis.v18.58761

Palavras-chave:

Informe, Heterologia, Comunicação

Resumo

Neste artigo, analisamos como, em termos visuais, os significados articulados pelo informe, verbete publicado por Georges Bataille na revista Documents, são determinados por uma operação que dilacera a forma, ao mesmo tempo que a mantém no limite da integridade. Nesse sentido, investigaremos como a nuvem e a mancha, nas obras de Hans Bellmer e Nobuyoshi Araki, contrapõem-se à noção de pureza do corte fotográfico defendida por Philippe Dubois, no instante em que percebemos, a partir do conceito de heterologia, de Georges Bataille, como elas tornam-se um espaço de contaminação, onde o baixo e o elevado alternam-se a ponto de eliminarem as fronteiras entre o sujeito e o mundo, o ser humano e a natureza. 

 

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Biografia do Autor

Alexandre Rodrigues da Costa, Universidade do Estado de Minas Gerais

Professor Doutor das disciplinas de História da Arte, Teoria e Crítica de arte, do departamento de Disciplinas Teóricas e Psicopedagógicas, da Escola Guignard (Universidade do Estado de Minas Gerais).

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Publicado

29-05-2020

Como Citar

da Costa, A. R. (2020). Manifestações do informe: a nuvem e a mancha como disruptura do visível nas obras de Hans Bellmer e Nobuyoshi Araki. Visualidades, 18, 24. https://doi.org/10.5216/vis.v18.58761

Edição

Seção

Artigos