As configurações urbanas e as trajetórias de mulheres: refletindo sobre as questões de gênero.

Autores

  • Jaqueline Ap. Martins Zarbato Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-Campus Três Lagoas (UFMS), Três Lagoas, MS

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v15i2.33990

Palavras-chave:

Relações de Gênero, Violência Contra a Mulher, Urbanização

Resumo

Este artigo visa a investigar a violência contra a mulher na cidade de Três Lagoas/MS, bem como a análise sobre as ações de áreas como a Assistência Social, a delegacia da mulher e o empoderamento feminino. Pretende-se discutir a relação entre o aumento de casos de violência contra a mulher e a crescente urbanização e migração na cidade. A reflexão sobre as questões de gênero está relacionada às configurações culturais, com as complexas relações entre homens e mulheres. Para o artigo, utilizamos os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos impressos jornalísticos, da Assistência Social e da Delegacia da Mulher.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Jaqueline Ap. Martins Zarbato, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-Campus Três Lagoas (UFMS), Três Lagoas, MS

Coordenadora do laboratório de ensino de História. Coordenadora de Estágio do curso de História. Coordenadora do grupo de pesquisa: ensino de história, memória e patrimônio. Professora de Prática de ensino de História. Pesquisa sobre formação de mulheres professoras; a patrimônio e história local; diversidade, ensino de história e memória.

Referências

ABRANCHES, S. H. H. de A alienação da autoridade: notas sobre a violência urbana e criminalidade. In: VELLOSO, J. P. dos R. (Org.). Governabilidade, sistema político e violência urbana. Rio de Janeiro, José Olympio Editora. 1994. p. 123-157.

AZEVEDO, Maria Amélia. Violência física contra a mulher: dimensão possível da condição feminina, braço forte do machismo, face oculta da família patriarcal ou efeito perverso da educação diferenciada? In: ______. Mulheres espancadas: a violência denunciada. São Paulo: Cortez, 1985. p. 45-75.

BRANDÃO, Elaine R. Renunciantes de Direitos? A Problemática do Enfrentamento Público da Violência Contra a Mulher: o Caso da Delegacia da Mulher. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 16 (2): 207-231, 2006

COLLING, Ana Maria. As normativas legais e a violência contra a mulher. Campo Grande, 2012 (inédito).

GREGORI, Maria F. Cenas e queixas: um estudo sobre mulheres, relações violentas e a prática feminista. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. 218p

GROSSI, Miriam P. Rimando amor e dor: reflexões sobre a violência no vínculo afetivo conjugal. In: PEDRO, J. M., GROSSI, M. P. (Org.). Masculino, feminino, plural: gênero na interdisciplinaridade. Florianópolis: Ed. Mulheres, 1998. p. 293-313.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo 2010.

SAFFIOTI, Heleieth. Contribuições feministas para o estudo da violência de gênero. Cadernos Pagu, Campinas, (16) 2001. pp.115-136

SOARES, L. E. et al. Violência contra a mulher: as DEAMs e os pactos domésticos. In: SOARES, L. E. (Org.). Violência e política no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996.

RUÍS, Dayse Maria L. A Espacialização da criminalidade e as mulheres encarceradas na cidade de Três Lagoas. p. 65-105. Dissertação de Mestrado em Geografia. UFMS/CPTL. 2012.

Downloads

Publicado

19-12-2015

Como Citar

Zarbato, J. A. M. (2015). As configurações urbanas e as trajetórias de mulheres: refletindo sobre as questões de gênero. OPSIS, 15(2), 384–398. https://doi.org/10.5216/o.v15i2.33990

Edição

Seção

Dossiê: Relações de gênero, História, Educação e Epistemologias feministas: O Centro-Oeste em debate